Descobri hoje, por mero acaso, no perfil da rede social Facebook que o senhor vereador António Matos da Câmara Municipal de Almada utilizou uma fotografia da minha autoria sem fazer qualquer referência à sua origem, divulgando-a como se fosse propriedade sua.
Este é, talvez, um facto irrelevante até porque a imagem foi por mim disponibilizada online, tornando-a de acesso público e utilização livre. Todavia, e até compreendendo que o senhor vereador tivesse alguma relutância em citar a fonte, pelas razões que todos conhecem (derivadas da forte oposição que eu faço à gestão CDU da autarquia almadense), estando presente no evento uma fotógrafa ao serviço da edilidade mais fácil seria servir-se de uma das suas fotografias (que, com certeza, teria muita melhor qualidade, ao contrário desta tirada do meu telemóvel).
Este é, talvez, um facto irrelevante até porque a imagem foi por mim disponibilizada online, tornando-a de acesso público e utilização livre. Todavia, e até compreendendo que o senhor vereador tivesse alguma relutância em citar a fonte, pelas razões que todos conhecem (derivadas da forte oposição que eu faço à gestão CDU da autarquia almadense), estando presente no evento uma fotógrafa ao serviço da edilidade mais fácil seria servir-se de uma das suas fotografias (que, com certeza, teria muita melhor qualidade, ao contrário desta tirada do meu telemóvel).
Agora, servir-se de uma fotografia de outra pessoa e não citar a fonte (mesmo sendo ela pública), podendo parecer uma coisa sem importância, não deixa de ser, contudo, o prenúncio de um comportamento que mostra o desrespeito pelos direitos de autor... e se alguém aceita assumir como seu aquilo que é dos outros com uma simples fotografia, como será noutras situações?
Porque tal como fizeram outros que passaram pelo meu mural no Facebook e partilharam a fotografia, também o senhor vereador poderia assim ter agido mas... preferiu passar pela minha "casa" incógnito e fingir que a foto era sua (ou do município)... opções! e pouco adianta dizer mais sobre o assunto. Fica apenas registada a ocorrência.





















