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quinta-feira, 10 de julho de 2014

O lugar dos sonhos!



Nem os meus. Guardo-os num sítio confortável: a memória. Com "cópia de segurança" em lugar seguro: o coração. Por isso, estão bem protegidos!

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Para refletir!



Os maus profissionais nunca se reconhecem como tal... preferem projetar os seus defeitos nos outros para, assim, se desculparem dos erros que negam cometer para não se sentirem inferiorizados.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Já era assim há 143 anos. Mudará alguma vez?


«Ordinariamente todos os ministros são intiligentes, escrevem bem, discursam com cortesia e pura dicção, vão a faustosas inaugurações e são excelentes convivas. Porém, são nulos a resolver crises. Não têm a austeridade, nem a concepção, nem o instinto político, nem a experiência que faz o Estadista. É assim que há muito tempo em Portugal são regidos os destinos políticos. Política de acaso, política de compadrio, política de expediente. País governado ao acaso, governado por vaidades e por interesses, por especulação e corrupção, por privilégio e influência de camarilha, será possível conservar a sua independência?»


(Eça de Queirós, in O distrito de Évora, escrito em 1867).

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Frase do dia (em resposta a alguns anónimos deste blogue)



«Preocupa-te mais com a tua consciência do que com tua reputação. Porque a tua consciência é o que tu és, e a tua reputação é o que os outros pensam de ti. E o que os outros pensam, é problema deles".
(Bob Marley)
Imagem: de Glória Costa.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Frase do dia


Para que desfrute os sonhos que lhe dão alento, suba sempre as etapas da vida degrau a degrau, porque a segurança busca-se na certeza do caminho que se consegue percorrer devagar, passo a passo, em direcção ao futuro.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Café, Arte e Amizade

A AMIZADE É SEMELHANTE A UM BOM CAFÉ.
UMA VEZ FRIO, NÃO AQUECE SEM PERDER O PRIMEIRO SABOR.
Kant

Li esta frase na parede de uma pastelaria (como decoração e convite à reflexão) onde fui no passado domingo beber, pois claro, um café depois de almoço.

Resolvi trazê-la aqui hoje. E ao tentar encontrar uma imagem para a ilustrar, fiz uma pesquisa no Google e... vejam só o que encontrei:
A página de um artista brasileiro, Dirceu Veiga, que faz desenhos com café! Muito interessante...
Passem por lá que vale a pena: www.cafenopapel.com.br

sábado, 18 de outubro de 2008

Bebam uma chávena...

Sirvam-se e aproveitem a pausa, para reflectir no conteúdo desta frase:

«A amizade é semelhante a um bom café, uma vez frio, não aquece sem perder o primeiro sabor» - Imannuel Kant.

Bom fim-de-semana.

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

Estou de partida

Amanhã (que já é hoje), bem cedo, vou para Santarém e só regresso na 4.ª feira à noite. Não sei se terei oportunidade para passar por cá, pelo que vos peço desculpa antecipada pelo meu mais que provável silêncio nestes próximos dias.

Este fim-de-semana também foi bastante atribulado e não tive tempo para actualizar o meu cantinho. Contudo, não podia passar sem deixar-vos uma mensagem qualquer, por mais pequena que fosse, antes de partir em viagem (de trabalho, não em passeio... como algumas pessoas podem vir para aqui comentar).

Pensei escrever sobre teatro (fui ver a peça "O Senhor Hibrahim e as Flores do Corão", de Erio Emmanuel Schmitt, com encenação de Ernesto Caballero, no Teatro Municipal de Almada, e gostei bastante), mas não tive oportunidade.

Antes, tinha pensado fazer uma notícia sobre o jantar/convívio de 6.ª feira, com tertúlia poética, mas desisti. Depois, julguei que ia conseguir escrever sobre a «Poesia Vadia» de sábado à tarde, mas também não foi possível. Contudo, se quiserem, podem sempre passar no blog dos Poetas Almadenses pois deixei lá umas fotografias para ilustrar o que aconteceu nesses dois eventos.

Acabo, apenas, por deixar-vos uma frase de Fernando Pessoa, para reflectirem durante estes três dias:

«O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso, existem momentos inesquecíveis, coisas inesquecíveis e pessoas incomparáveis.»

Um abraço a todos os que passarem por cá... e não se esqueçam de deixar um comentário (pf). Até 4.ª feira.

domingo, 18 de fevereiro de 2007

Frase da semana

Um político da nossa praça (circo, será o local mais adequado, penso eu... mas, enfim!) disse esta frase que considero fenomenal (curta, insisiva e cheia de significado, não acham?): «Em Portugal não há testículos». Ora vejam lá se adivinham quem foi?

domingo, 21 de janeiro de 2007

Derrubemos os muros

Morreu há 12 anos. Mais precisamente em 17 de Janeiro de 1995. Infelizmente, é uma daquelas datas que poucos conhecem, nem talvez a do seu nascimento (mesmo para aqueles que consideram ser a vida motivo de celebração e não a morte).
Foi um escritor maior da nossa língua que teve nas suas origens, o "maravilhosos reino de Trás-os-Montes" (como gostava de, com carinho, lhe chamar), a fonte de inspiração para a vida e que se reflectiu em toda a sua vasta obra.
Assumiu facetas tão diferenciadas como a de romancista, poeta, contista, cientista ou diarista, deixando-nos um legado imenso que urge não esquecer.
É dele a frase que escolho para ilustrar esta curta homenagem. Trata-se de MIGUEL TORGA, uma figura incontornável da nossa literatura:
"universal é o local sem muros. Retiremos ao conhecimento os muros do preconceito e do medo... e só assim nos tornamos universais".

segunda-feira, 4 de dezembro de 2006

Analfabetismo político




“O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia política. Da sua ignorância nasce o menor abandonado, o assaltante e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, corrupto e lacaio de empresas.”

Bertolt Brecht

quinta-feira, 12 de outubro de 2006

O Tempo

«Os homens não se medem aos palmos, dizem… O tempo, por sua vez, não se mede nem em segundos nem em anos… Recordo ter vivido minutos que pareceram anos e meses que me custa acreditar terem trinta dias, tão rápido os vivi.
Deito-me a fazer contas ao meu tempo e chego à conclusão que sou uma criança cheia de curiosidade de conhecer o que me rodeia e um velho, farto de mastigar a vida…
Ontem serve de medida para hoje sem que hoje possa servir de medida para amanhã.»

Alexandre Castanheira, Outrar-se ou a Longa Invenção de Mim

Imagem: www.letteratour.it/stile/B02tempo01.htm

quinta-feira, 31 de agosto de 2006

A frase

Retirei a frase que se segue do livro «A Riqueza e a Pobreza das Nações», de David Landes, que, confesso, ainda não li (passei-lhe, apenas, uma breve olhadela na diagonal), embora tenha ficado com vontade de me debruçar, seriamente, sobre o seu conteúdo.

Por isso, não vou falar sobre o livro mas transcrever-vos, apenas, uma afirmação do autor que me chamou a atenção por estar inserida no capítulo onde são abordadas as origens do conflito permanente entre os países no médio oriente e onde David Landes procura algumas explicações para certos hábitos culturais, nomeadamente de inferiorização da mulher:

«A violência é a expressão quintessencial testosterónica da dignidade máscula».

Quem estiver interessado pode ler um capítulo do livro AQUI.

E os mais curiosos podem ler a opinião de outros: Camaleão Azul e Avaniel Marinho (aplicação ao caso do Brasil).

Quanto à frase (digam lá que não é digna de destaque?), é para reflectirem sobre o seu significado…

quinta-feira, 17 de agosto de 2006

Elites culturais

Uma frase para reflectir:

Em todos os países existe uma elite cultural, e Portugal não foge à regra...

Mas estes iluminados do saber (detentores de vários títulos académicos, de preferência), que se julgam os únicos entendidos na matéria, que desdenham tudo o que é exterior a esse círculo diminuto e fechado, além de, na maioria das vezes, confundirem política cultural com mera programação cultural, laboram num equívoco:
a cultura de um povo não se esgota na obtenção de um curso universitário, na leitura dos clássicos, na apreciação de música erudita, em constantes visitas a exposições de arte contemporânea ou frequentes idas ao teatro, ela é muito mais vasta do que isso porque integra, na sua essência, as várias componentes da raiz histórica que nos identifica enquanto nação, sejam os usos e costumes, as danças e cantares, o artesanato, ou outras manifestações populares em áreas tão diferentes como, por exemplo, a literatura, a pintura ou a escultura.

Fotografia: cartaz de uma exposição realizada no âmbito dos Serviços de Cultura a que pertenço, há uns anos atrás.
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