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domingo, 1 de novembro de 2020
segunda-feira, 4 de julho de 2016
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
quinta-feira, 10 de julho de 2014
O lugar dos sonhos!
Nem os meus. Guardo-os num sítio confortável: a memória. Com "cópia de segurança" em lugar seguro: o coração. Por isso, estão bem protegidos!
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
Frase do Dia!
Fonte: Casa das Letras.
quarta-feira, 24 de abril de 2013
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Para refletir!
Os maus profissionais nunca se
reconhecem como tal... preferem projetar os seus defeitos nos outros para,
assim, se desculparem dos erros que negam cometer para não se sentirem
inferiorizados.
sábado, 5 de maio de 2012
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Já era assim há 143 anos. Mudará alguma vez?

«Ordinariamente todos os ministros são intiligentes, escrevem bem, discursam com cortesia e pura dicção, vão a faustosas inaugurações e são excelentes convivas. Porém, são nulos a resolver crises. Não têm a austeridade, nem a concepção, nem o instinto político, nem a experiência que faz o Estadista. É assim que há muito tempo em Portugal são regidos os destinos políticos. Política de acaso, política de compadrio, política de expediente. País governado ao acaso, governado por vaidades e por interesses, por especulação e corrupção, por privilégio e influência de camarilha, será possível conservar a sua independência?»
(Eça de Queirós, in O distrito de Évora, escrito em 1867).
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Frase do dia (em resposta a alguns anónimos deste blogue)

«Preocupa-te mais com a tua consciência do que com tua reputação. Porque a tua consciência é o que tu és, e a tua reputação é o que os outros pensam de ti. E o que os outros pensam, é problema deles".
(Bob Marley)
Imagem: de Glória Costa.
terça-feira, 25 de maio de 2010
Frase do dia
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Café, Arte e Amizade
Li esta frase na parede de uma pastelaria (como decoração e convite à reflexão) onde fui no passado domingo beber, pois claro, um café depois de almoço.
Resolvi trazê-la aqui hoje. E ao tentar encontrar uma imagem para a ilustrar, fiz uma pesquisa no Google e... vejam só o que encontrei:
Passem por lá que vale a pena: www.cafenopapel.com.br
sábado, 18 de outubro de 2008
Bebam uma chávena...
segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007
Estou de partida
Amanhã (que já é hoje), bem cedo, vou para Santarém e só regresso na 4.ª feira à noite. Não sei se terei oportunidade para passar por cá, pelo que vos peço desculpa antecipada pelo meu mais que provável silêncio nestes próximos dias.
Este fim-de-semana também foi bastante atribulado e não tive tempo para actualizar o meu cantinho. Contudo, não podia passar sem deixar-vos uma mensagem qualquer, por mais pequena que fosse, antes de partir em viagem (de trabalho, não em passeio... como algumas pessoas podem vir para aqui comentar).
Pensei escrever sobre teatro (fui ver a peça "O Senhor Hibrahim e as Flores do Corão", de Erio Emmanuel Schmitt, com encenação de Ernesto Caballero, no Teatro Municipal de Almada, e gostei bastante), mas não tive oportunidade.
Antes, tinha pensado fazer uma notícia sobre o jantar/convívio de 6.ª feira, com tertúlia poética, mas desisti. Depois, julguei que ia conseguir escrever sobre a «Poesia Vadia» de sábado à tarde, mas também não foi possível. Contudo, se quiserem, podem sempre passar no blog dos Poetas Almadenses pois deixei lá umas fotografias para ilustrar o que aconteceu nesses dois eventos.
Acabo, apenas, por deixar-vos uma frase de Fernando Pessoa, para reflectirem durante estes três dias:
«O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso, existem momentos inesquecíveis, coisas inesquecíveis e pessoas incomparáveis.»
Um abraço a todos os que passarem por cá... e não se esqueçam de deixar um comentário (pf). Até 4.ª feira.
Este fim-de-semana também foi bastante atribulado e não tive tempo para actualizar o meu cantinho. Contudo, não podia passar sem deixar-vos uma mensagem qualquer, por mais pequena que fosse, antes de partir em viagem (de trabalho, não em passeio... como algumas pessoas podem vir para aqui comentar).
Pensei escrever sobre teatro (fui ver a peça "O Senhor Hibrahim e as Flores do Corão", de Erio Emmanuel Schmitt, com encenação de Ernesto Caballero, no Teatro Municipal de Almada, e gostei bastante), mas não tive oportunidade.
Antes, tinha pensado fazer uma notícia sobre o jantar/convívio de 6.ª feira, com tertúlia poética, mas desisti. Depois, julguei que ia conseguir escrever sobre a «Poesia Vadia» de sábado à tarde, mas também não foi possível. Contudo, se quiserem, podem sempre passar no blog dos Poetas Almadenses pois deixei lá umas fotografias para ilustrar o que aconteceu nesses dois eventos.
Acabo, apenas, por deixar-vos uma frase de Fernando Pessoa, para reflectirem durante estes três dias:
«O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso, existem momentos inesquecíveis, coisas inesquecíveis e pessoas incomparáveis.»
Um abraço a todos os que passarem por cá... e não se esqueçam de deixar um comentário (pf). Até 4.ª feira.
domingo, 18 de fevereiro de 2007
domingo, 21 de janeiro de 2007
Derrubemos os muros
Morreu há 12 anos. Mais precisamente em 17 de Janeiro de 1995. Infelizmente, é uma daquelas datas que poucos conhecem, nem talvez a do seu nascimento (mesmo para aqueles que consideram ser a vida motivo de celebração e não a morte).
Foi um escritor maior da nossa língua que teve nas suas origens, o "maravilhosos reino de Trás-os-Montes" (como gostava de, com carinho, lhe chamar), a fonte de inspiração para a vida e que se reflectiu em toda a sua vasta obra.
Assumiu facetas tão diferenciadas como a de romancista, poeta, contista, cientista ou diarista, deixando-nos um legado imenso que urge não esquecer.
É dele a frase que escolho para ilustrar esta curta homenagem. Trata-se de MIGUEL TORGA, uma figura incontornável da nossa literatura:
segunda-feira, 4 de dezembro de 2006
Analfabetismo político

“O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia política. Da sua ignorância nasce o menor abandonado, o assaltante e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, corrupto e lacaio de empresas.”
Bertolt Brecht
Bertolt Brecht
quinta-feira, 12 de outubro de 2006
O Tempo
«Os homens não se medem aos palmos, dizem… O tempo, por sua vez, não se mede nem em segundos nem em anos… Recordo ter vivido minutos que pareceram anos e meses que me custa acreditar terem trinta dias, tão rápido os vivi.Deito-me a fazer contas ao meu tempo e chego à conclusão que sou uma criança cheia de curiosidade de conhecer o que me rodeia e um velho, farto de mastigar a vida…
Ontem serve de medida para hoje sem que hoje possa servir de medida para amanhã.»
Alexandre Castanheira, Outrar-se ou a Longa Invenção de Mim
Imagem: www.letteratour.it/stile/B02tempo01.htm
quinta-feira, 31 de agosto de 2006
A frase
Retirei a frase que se segue do livro «A Riqueza e a Pobreza das Nações», de David Landes, que, confesso, ainda não li (passei-lhe, apenas, uma breve olhadela na diagonal), embora tenha ficado com vontade de me debruçar, seriamente, sobre o seu conteúdo.Por isso, não vou falar sobre o livro mas transcrever-vos, apenas, uma afirmação do autor que me chamou a atenção por estar inserida no capítulo onde são abordadas as origens do conflito permanente entre os países no médio oriente e onde David Landes procura algumas explicações para certos hábitos culturais, nomeadamente de inferiorização da mulher:
«A violência é a expressão quintessencial testosterónica da dignidade máscula».
Quem estiver interessado pode ler um capítulo do livro AQUI.
E os mais curiosos podem ler a opinião de outros: Camaleão Azul e Avaniel Marinho (aplicação ao caso do Brasil).
Quanto à frase (digam lá que não é digna de destaque?), é para reflectirem sobre o seu significado…
quinta-feira, 17 de agosto de 2006
Elites culturais
Uma frase para reflectir:Em todos os países existe uma elite cultural, e Portugal não foge à regra...
Mas estes iluminados do saber (detentores de vários títulos académicos, de preferência), que se julgam os únicos entendidos na matéria, que desdenham tudo o que é exterior a esse círculo diminuto e fechado, além de, na maioria das vezes, confundirem política cultural com mera programação cultural, laboram num equívoco:
a cultura de um povo não se esgota na obtenção de um curso universitário, na leitura dos clássicos, na apreciação de música erudita, em constantes visitas a exposições de arte contemporânea ou frequentes idas ao teatro, ela é muito mais vasta do que isso porque integra, na sua essência, as várias componentes da raiz histórica que nos identifica enquanto nação, sejam os usos e costumes, as danças e cantares, o artesanato, ou outras manifestações populares em áreas tão diferentes como, por exemplo, a literatura, a pintura ou a escultura.
Fotografia: cartaz de uma exposição realizada no âmbito dos Serviços de Cultura a que pertenço, há uns anos atrás.
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