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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Redução do Ruído do Metro em Almada



… «As zonas em questão mais afectadas são a Avenida 25 de Abril em Cacilhas e a zona da Ramalha onde inúmeros moradores se queixam que é um caos o ruído e a vibração que se faz sentir dentro de suas casas.
Além do desconforto causado pela vibração no interior das habitações, poderá estar em causa a integridade em alvenarias de paredes de certos edifícios.
Algumas pessoas substituíram os caixilhos das janelas com vidros duplos mas mesmo assim o problema persiste, já não referindo aqueles que não dispõem de meios financeiros para usar este recurso de forma a reduzir os impactos da actividade do Metro.
Os serviços da MTS - Metro Transportes do Sul têm início pelas 5.30h e terminam às 2.30h, restando apenas um período de 3 horas de silêncio o que afecta o período de descanso da maioria dos moradores. Mais se acrescenta que nas horas de maior afluência - 7.00/9.30 e 18.00/20.30 a simultaneidade e quantidade da passagem de composições aumenta o ruido e a vibração é exponencial.» …
Texto completo da petição AQUI

O mesmo problema levou, também, os condóminos de cerca de uma dezena de edifícios da Av.ª 25 de abril, em Cacilhas, a enviar à direcção do MST uma carta, com conhecimento à Câmara e Assembleia Municipal:
«Considerando que nos últimos meses se têm vindo a agravar os ruídos e a trepidação causadas pela passagem das composições do Metro Sul do Tejo na Av.ª 25 de abril em Cacilhas, atingindo por vezes níveis insustentáveis para a saúde e qualidade de vida dos moradores e colocando até problemas ao nível da segurança e desgaste dos imóveis.
Tendo ainda em atenção que esses ruídos e a trepidação excessivos se fazem sentir diariamente, entre as 05:30H e as 02:30H de forma quase ininterrupta, ou seja, só existe um escasso período de 3 horas de silêncio para descanso dos moradores.

Os Condomínios dos prédios da Av.ª 25 de Abril em Cacilhas abaixo identificados, vêm, por este meio, solicitar que, com a maior urgência possível, se dignem resolver os citados problemas para que seja reposta a qualidade de vida a que têm direito e que agora lhes está a ser negada.»

domingo, 12 de junho de 2011

Quanto nos custa este vazio?

MST, segunda-feira (dia 06-06-2011), às 6:55h


Com esta fotografia pretendo questionar não o Metro em si (que considero um meio de transporte confortável e não poluente) mas os termos da "parceria" com o Governo que prevê a compensação pela diferença de clientes abaixo da previsão que foi efectuada (e que, foi deveras muito mal calculada) levando o Estado a ter de suportar elevados prejuízos...

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Dia sim, dia não...

Legendas procuram-se! Dê a sua opinião!

Quer num dia, quer no outro, felizmente, não houve vítimas mortais.

sábado, 13 de junho de 2009

Mas que grande confusão!

Quem desce a Rua Mendo Gomes de Seabra e chega ao cruzamento com a Av.ª D. Nuno Álvares Pereira, só pode virar à direita. Assim o indicam os sinais verticais de sentido obrigatório e de proibido virar à esquerda.
Todavia, os sinais luminosos apresentam duas hipóteses (em frente e à direita) que acabam por confundir os condutores... Como se pode ver na imagem: temos vermelho (em frente) e amarelo intermitente à direita... Até aí, poderão dizer: mas se ninguém pode ir em frente, calcula-se que pode avançar. Tudo bem! Mas amarelo intermitente porquê? Se ninguém vem de baixo, à esquerda (quando abre o sinal da Rua Mendo Gomes de Seabra o da Av.ª encontra-se fechado)?!?
Só que às vezes o sinal está verde em frente e amarelo intermitente à direita. E agora? Evidente... significa que se pode avançar, não em frente (que é proibido pelos outros dois sinais) mas à direita... e com cuidado! Pois claro.
Só que, por vezes, há quem fique baralhado e não saiba o que fazer, gerando-se uma confusão imensa, com buzinadelas à mistura e uns quantos insultos pelo meio. Falta de civismo, dirão. É-o com certeza. Mas aqueles sinais também ajudam.
E quando descemos a Av.ª Nuno Álvares Pereira, está tudo bem? Não, não está. Quando o condutor chega ao cruzamento com a Rua Mendo Gomes de Seabra, encosta à esquerda se é essa a sua direcção, mas se for em frente, que sentido faz estar ali um sinal luminoso?
É que, apesar do piso parecer inidicar que pode haver quem nos apareça pela esquerda, o certo é que esse sentido é proibido, logo, quem quer seguir em frente não tem qualquer obstáculo à sua marcha. Que sentido faz estar ali aquele sinal, ora vermelho, ora amarelo (o verde encontra-se tapado)?!?!?
É por causa da passadeira de peões mais à frente, depois do cruzamento! Dirão alguns. Será mesmo? Duvido...
E digam-me lá se souberem, para quê aquele desenho no piso que, neste ângulo, parece nem sequer servir para aqueles que, supostamente vindo da rua em frente, pretendessem descer a avenida...
Este é um, de entre muitos, exemplos que proliferam na cidade de Almada. Incongruências de um plano de mobilidade traçado no gabinete, sem acertos com a implantação do traçado do MST e mantido a todo o custo mesmo quando da observação diária se notam aspectos que não funcionam.
Uma grande confusão, isso sim! E os almadenses e visitantes que se desenrasquem! Os técnicos, esses, já foram pagos pelo seu trabalho (e não terá sido tão pouco assim, presume-se) e monitorizar o quotidiano para acertar pormenores é coisa desnecessária...

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Para nossa segurança?!?

Nalgumas paragens do MST (Metro Sul do Tejo), nomeadamente na S. João Baptista, em Almada, encontram-se colocadas câmaras de video-vigilância.
Embora seja compreensível que, por questões de segurança de pessoas e bens, isso possa e deva acontecer, certo é que também deverá ser, previamente, acautelada a protecção dos nossos dados pessoais (a imagem é um deles).


Todavia, a empresa Metro Transportes do Sul, concessionária do Metro Sul do Tejo (MST), não consta do registo público disponibilizado no portal on-line da Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD), entidade à qual compete (nos termos da Lei n.º 67/98, de 26 de Outubro), autorizar e fiscalizar a aplicação deste tipo de meios.
Parece-me, pois, não estarem a ser cumpridos os requisitos exigidos para o exercício da actividade de segurança privada, nem tão pouco as regras estabelecidas no que se refere à ressalva dos direitos das pessoas, constitucionalmente protegidos.




Acresce, ainda, o facto de o aviso referido no n.º 3 do artigo 13.º do Decreto-Lei n.º 35/2004, de 21 de Fevereiro, não obedecer a dois dos requisitos exigidos: redacção (que está incompleta) e afixação (quem está no cais de paragem não consegue ler o autocolante colocado no pilar que se encontra desviado do abrigo e no meio dos carris), conforme se pode verificar pela observação das imagens.

Face ao exposto, já apresentei denúncia à CNPD e dei conhecimento desse facto à Câmara Municipal de Almada.

segunda-feira, 16 de março de 2009

As obras outra vez!!!



Estas são imagens da Praça S. João Baptista, em Almada, recentemente requalificada (em Novembro de 2008). Requalificada dizem eles (a CMA) porque as obras foram tão bem, tão bem feitas, que depois das chuvadas do mês passado o piso levantou quase todo e várias cratera se abriram no chão.
Cerca de um mês após a intempérie que provocou o caos, alguns trabalhos de reparação começaram a ser efectuados, de facto, mas a um ritmo deveras lento. E, por isso, aquela praça lá continua neste lindo estado... até parece que as obras do MST voltaram e transformaram, de novo, a cidade num estaleiro.
Mas os almadenses podem-se dar por muito satisfeitos... a fonte funciona na mesma... é pena que seja só às vezes!


E em muitas artérias do eixo central (no espaço canal do MST) muitas são as ruas com buracos abertos de novo... é que, pelos vistos, esqueceram-se de instalar o número adequado de eco-pontos. Com a pressa de terminar os arranjos urbanos para a inauguração do metro de superfície, só fizeram asneiras. E, agora, lá temos, mais uma vez, os passeios todos esburacados.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Uma questão de horários.

Passam um a seguir ao outro. Seja em que direcção for (de ou para Cacilhas, em ambas as linhas). Apenas com 2 minutos de intervalo. Quem perde um e outro, fica, depois, quinze minutos à espera do próximo. E do que se lhe segue, 2 minutos depois.

De Cacilhas até à Av.ª Bento Gonçalves, seguem o dois no mesmo trajecto. Atravessam a cidade de Almada no mesmo corredor. Por isso, estes horários assim desfazados não fazem sentido.

Poder-se-ia manter a mesma diferença entre cada serviço, mas desencontrar os horários de ambas as linhas, de modo a intervalar, de forma mais equilibrada, a passagem do MST pela cidade de Almada.

Prestar-se-ia um muito melhor serviço à população, em vez deste fenónemo incompreensível dos horários quase colados um ao outro e um período de espera alargado, para quem tiver o azar de perder o MST que vem em segundo lugar.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Outra vez as obras!!!




Av.ª D. Nuno Álvares Pereira (25-01-2009)

E não é só esta rua que está assim esburacada. A Av.ª 25 de Abril também. Ainda nem passaram dois meses da faustosa inauguração do MST e já temos a nossa cidade novamente em estado de sítio.
Afinal o que é que se passa? Que raio de programação é a desta gente? Porque razão não fizeram tudo o que tinham a fazer de uma vez e andam a perpetuar esta confusão? Havia necessidade?
Só em apetece dizer: cambada de incompetentes!

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Praça Gil Vicente

Sábado (29-11-2008)

Segunda-feira (01-12-2008)


O MST foi inaugurado há escassos dias (nem passou uma semana sequer). Supostamente, as obras de requalificação urbana do espaço canal deveriam de estar prontas. Além de existirem muitas falhas para colmatar (os acabamentos são péssimos... foram feitos mesmo a despachar), já começamos a assistir a cenas como aquela que as imagens documenta: depois do piso calcetado, volta-se a destruir tudo... A EDP esburacou, vamos lá agora ver quem será o responsável pela reparação... é que em Portugal temos o estranho hábito de manter situações destas quase indefenidamente. Espero que a autarquia seja actuante e exija, a quem de direito, que assuma as repsonsabilidades pela rápida reposição do passeio.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

É preciso é desenrascar

Não digo que aprovo esta situação. Mas tenho que admitir que, não tendo sido prevista uma zona para cargas e descargas em frente à Pastelaria Sambinha, na Av.ª 25 de Abril, volta e meia assistimos ao desenrasca dos fornecedores... estacionados em cima da linha do MST, é vê-los a provocar o engarrafamento do dito que por ali ficou cerca de 10 minutos à espera.

Como o MST ainda anda a circular apenas em testes, o incómodo foi nulo. Mas a imagem não deixa de ser uma antevisão daquilo que poderá acontecer no futuro.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Pormenores III


Av.ª Afonso Henriques, em Almada (06-10-2008)

Ele já anda por aí a circular, em testes, dizem... Falta pouco mais de um mês para a pomposa inauguração. Falo do MST, pois claro.

Mas os acabamentos (os tais arranjos urbanos de requalificação do espaço canal) são o que se pode observar na fotografia acima... que, nem a propósito, até um "presente" oferece aos transeuntes.

É um pormenor. Sim! Mas não é único, infelizmente. Será que é preciso mais comentários?

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Pormenores II


Mais dois pormenores da Praça Gil Vicente, que afinal são três (descobriram?)... excelentes acabamentos, hem?
As obras ainda não estão concluídas... e lá estás tu! Dizem vocês.
Mas será que as coisas não podem ser feitas com mais profissionalismo?
Espero que, pelo menos, sejam rectificadas a tempo da inauguração do MST. Serão?

sábado, 27 de setembro de 2008

A nova piscina municipal

"Não fome que não dê em fartura", é um ditado muito antigo. E com este blog aconteceu uma coisa semelhante... Dos dias de silêncio, passei agora a ter notícias diárias e, por vezes, mais do que uma.
E esta teve de ser postada já hoje para não perder oportunidade, tal como aquela que a antecedeu. São daquelas ocorr~encias que, ou se relatam na hora ou pordem impacto.
Aqui vai:
Hoje, pelas 9:30, era este o aspecto da Rua Luís de Queirós. Será a construção da nova piscina municipal?
Quem por ali passava comentava, e com razão: tanto desperdício. E, depois, querem que nós poupemos água. Mas "eles" não têm cuidado nenhum.


Estas estão a ser (as obras do MST e da suposta requalificação urbana do espaço canal e áreas circundantes), de facto, uma grande aventura, com surpresas diárias.

Que mais irá acontecer?

Será que sabem o que andam a fazer?

Ontem, assisti a uma estranha situação... Vejamos se dá para perceberem o que aconteceu que eu ainda estou na dúvida...
A Rua Bernardo Francisco da Costa passou a ter, recentemente, duas faixas de rodagem, uma descendente - como era antigamente, e outra ascendente, só para autocarros.
Todavia, ontem (ou 5.ª feira) a sinalética no chão apresentava-se como se pode ver na fotografia... ou seja, indicando que ambas as faixas teriam sentido descendente, embora as letras BUS mantivessem a orientação anterior (isto é, colocadas para serem lidas por quem sobe).
Mais uma mudança..., julguei eu, neste baralhado plano de mobilidade que ninguém ainda entende.
Qual não é o meu espanto, contudo, quando vejo subir a rua um autocarro e, atrás dele, um veículo ligeiro.
Pensei: estes automobilistas devem andar loucos... com as obras e a confusão no trânsito, ninguém sabe por onde ir e vai daí segue-se por qualquer lado, mesmo em desrespeito aos sinais de trânsito.
Mas, afinal, estava enganada... no início daquela artéria, estava um sinal vertical dizendo que a rua tinha dois sentidos. Assim só, sem exclusividade de uma das faixas (a ascendente) para os autocarros como começara por ser no início da recente mudança.
E os sinais no chão? Qual é, então, a orientação que está correcta... mas que grande confusão!
Entretanto, segui para a Praça da Renovação...
E, ao voltar, lá estavam os senhores das obras a apagar os sinais no piso, apesar de, na prática, quase nem se percebia que o estavam a fazer pois as marcas lá continuam.




É caso para perguntar: mas eles sabem o que é que andam a fazer?

Refiro-me, obviamente, a quem manda executar e não aos trabalhadores que se limitam a cumprir ordens.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Pormenores

Eu sei que as obras de requalificação urbana no espaço canal do MST ainda não acabaram. Mas parece-me que este pedaço de passeio, junto ao Café Danúbio, na Praça Gil Vicente, em Cacilhas, já está calcetado, faltando terminar outros pormenores que não esse.

No entanto, veja-se este interessante pormenor... acabamentos de luxo, hem? Retirar a base daquele pilar da antiga estrutura que estivera naquele lugar? para quê? Deixa-se a coisa assim, com ferros à mostra e tudo e pode ser que passe por uma escultura moderna.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Provocação


À medida que avançam as obras do MST na Av.ª 25 de Abril e os arranjos urbanísticos vão sendo concluídos, podemos verificar algumas incongruências como esta que aqui vos trago hoje:
A colocação de dois lugares de estacionamento, à esquerda, na saída do Parque da Margueirinha.
Se para entrar não há problema, o mesmo já não se pode dizer quando os condutores vão a sair daquele espaço, pois a perda de visibilidade é notória. Se a este facto juntarmos a velocidade com que os automobilistas circulam nesta artéria, que tem um declive acentuado (potenciador de descontroladas descidas automóveis, com travagens bruscas amiúde e que já terminaram de encontro a um dos postes de iluminação que, depois de derrubado nunca mais lá foi colocado... assim, é evidente que mais ninguém lá bate), sair daquele parque de estacionamento é uma aventura...


Gostava de saber quem foi o projectista iluminado que desenhou este arranjo urbanístico, sem ter testado no local as hipóteses de entrar e sair com carros ali estacionados nos ditos lugares. E hoje até não foi dos dias piores... ontem, por exemplo, estava lá estacionado uma forgoneta o que ainda reduzia mais a visibilidade.


Finalmente, após vários minutos de exasperada espera, avançando sempre mais um pouco, com o carro quase na faixa de rodagem, lá se conseguiu uma abertura para sair em segurança... (e hoje era feriado... imaginem isto num dia útil, à hora de ponta).


Pergunto: mas onde andam com a cabeça os responsáveis por estas obras? Querem provocar, deliberadamente, acidentes? Ou têm contrato com alguma seguradora?
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