Seja em Almada ou em Lisboa há condutores(as) que gostam de estacionar nas curvas e se for próximo de uma passadeira de peões ainda melhor.
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domingo, 18 de março de 2018
segunda-feira, 22 de agosto de 2016
Carros puxados por muitos cavalos mas conduzidos por bestas.
Praça Gil,Vicente, em Almada. Fim de semana.
Mais do que a confiança motivada pela certeza de que a ECALMA não irá
atuar (estamos num domingo de manhã e num sábado à tarde, respetivamente), estas imagens evidenciam, sobretudo, a grande falta de civismo destes condutores.
Como um amigo costuma dizer: carros puxados por muitos cavalos mas conduzidos cada um por uma besta.
terça-feira, 5 de julho de 2016
ECALMA e falta de civismo!
Av.ª 25 de abril, em Cacilhas, a escassos metros do parque de estacionamento da Margueirinha.
Com um parque de estacionamento
mesmo aqui ao lado, com dezenas de lugares disponíveis, gratuitos para
residentes, ainda assim há quem insista em colocar o carro em cima do passeio
obstruindo, nomeadamente, a passadeira de peões e dificultando a passagem a
quem tem mobilidade reduzida.
Esta é uma imagem recorrente. De segunda a sexta; de manhã e à noite. Ao sábado: durante a tarde. Ao domingo: todo o dia.
Que falta de civismo!
Mas, também, há que referir a
inércia da ECALMA que parece nunca ver este tipo de situações...
Ah pois é, só acontecem
"fora do horário de serviço" dos agentes.
sexta-feira, 11 de julho de 2014
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Estacionamento em Almada: incoerências do PCP!
Em 2003 era assim na Amadora (concelho PS estando o PCP na oposição)... Mas em Almada, autarquia liderada pelo PCP, os parquímetros invadiram a cidade e os cartões de residente são uma realidade abençoada pela autarquia há vários anos.
Incoerências do PCP...
segunda-feira, 24 de junho de 2013
No melhor pano cai a nódoa! Ou, pela boca morre o peixe!
Algo aqui vai mal... muito mal mesmo.
Uma empresa municipal - a ECALMA, de uma autarquia gerida pela CDU (Almada), em que os trabalhadores se vêm na contingência de fazer greve por a Administração (presidida por um vereador do PCP) lhes negar várias reivindicações que, no entanto, noutros locais exigem que os patrões cumpram?
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
domingo, 1 de julho de 2012
ECALMA: a contestação popular continua.
Intervenção da munícipe Inês Abreu na Assembleia Municipal de Almada de sexta-feira passada:
«Sr.
Presidente, Srs. Deputados Municipais,
Público,
trabalhadores da Autarquia e Comunicação Social
Muito Boa
Noite a todos!
Há precisamente dois anos atrás, no decorrer da Assembleia
Municipal, foram entregues à Senhora Presidente da Câmara, 4000 mil assinaturas
reunidas numa petição que tinha como principal reclamação, a suspensão da
empresa municipal ECALMA.
Reuniram-se várias centenas de moradores descontentes num
movimento de cidadãos, revoltados com as injustiças praticadas por esta empresa
municipal. Este movimento nasceu, cresceu e a partir do momento em que cumpriu
o seu dever de cidadania, comparecendo na Assembleia, ficou a aguardar que as
autoridades competentes cumprissem a sua função que é a de responder ao
que lhes é questionado!
Nunca esse movimento foi contra uma empresa que gerisse o
estacionamento e a circulação, visto ser este um dos grandes problemas do nosso
município; pedia-se, isso sim, que a existir tal empresa, ela atuasse de forma
rigorosa e não aleatória, com funcionários formados adequadamente, que agissem
sobretudo de forma pedagógica; e não com pessoas sem qualquer tipo de
consciência social, contratadas precariamente que acabam a provocar constantes
situações dúbias, das quais se servem para multar, a “bel-prazer” e critério
próprios.
Durante os meses de actividade deste movimento, os seus
membros procuraram ser sobretudo intermediários entre os cidadãos com queixas
plausíveis e justificadas e a Câmara Municipal, utilizando este período aberto
à população e os meios de comunicação social.
Ao longo de dois anos, aguardou-se que a Câmara Municipal de
Almada tomasse alguma iniciativa de reunir com estas pessoas com tantos
episódios para contar, para valorizar a participação cívica numa altura em que
a abstenção e o desinteresse pela actividade política municipal crescem, na
exata proporção das “não-respostas” por parte da Câmara de Almada.
Poderão dizer-me que a administração da ECALMA possui meios
próprios de avaliação da sua actividade e capacidade de se auto-restruturar.
Mas preferir faze-lo, nas costas da população, com a prata da casa é totalmente
incompreensível e viola um dos princípios básicos da moderna democracia
participativa do século XXI.
Na Assembleia de Freguesia de Almada de dia 22 de Junho,
voltaram-se a ouvir dezenas de pessoas, moradoras da zona de São Paulo, queixando-se
de terem sido avisadas pelos agentes da ECALMA de que começariam a multar e a
rebocar os carros, caso continuassem a estacionar da forma que o têm feito até
aqui. Estas pessoas comunicaram a sua preocupação com o elevado número de
pessoas idosas ou outros dependentes a viver na zona, com mais ou menos
limitações de locomoção, sem capacidade financeira de adquirir uma avença num
dos parques de estacionamento das redondezas.
Estas e outras queixas faziam parte da lista de preocupações
entregues há dois anos atrás e que foram completamente ignoradas pela Câmara
Municipal de Almada.
Tantas vezes escutamos a Senhora Presidente da Câmara de
Almada, denunciando práticas, que designa de abusivas, por parte dos Governos
Centrais, que muito gostaríamos de a ver a cumprir o que defende, ouvindo os
eleitores e trabalhando com (e não contra!) eles.
Ao mesmo tempo, na cidade da Costa de Caparica, a revolta
cresce pois cada vez é mais difícil aos residentes, estacionar nas ruas em que
habitam, uma vez que estas são progressivamente “invadidas” pelos banhistas que
fogem aos caros estacionamentos criados próximo das praias. Estes estão vazios,
enquanto nas ruas adjacentes não conseguem os moradores encontrar lugar para as
suas viaturas. Assim sendo, está a ECALMA a atuar como “desreguladora” do
estacionamento na Costa de Caparica, que outrora era natural, e agora é escorraçado
dos lugares pagos para pacatas ruas residenciais. E que se saiba, nada lucra a
população desta cidade, com as receitas cobradas nas suas praias.
Por isso decidi vir aqui hoje, dar ainda mais relevo a este
descontentamento para que as pessoas não sejam, de novo, esquecidas.
- Sra.
Presidente da Câmara de Almada, já várias vezes apelei ao seu bom senso para
procurar acabar o seu último mandato com a dignidade possível, dando
finalmente, alguma audição ao que dizem os seus munícipes, sem a arrogante
sobranceria a que nos habitou ao longo destas várias décadas.
- Sra.
Presidente da Câmara de Almada, tente ficar na história com imagem diversa da
que tem dado.
- Sra.
Presidente da Câmara de Almada, escutar os munícipes é o primeiro dever dos
eleitos, se democratas.
Tenho dito!»
quinta-feira, 28 de junho de 2012
A nova fonte de financiamento da ECALMA
«"Do lado errado" da Margem Sul ... mais um ataque da
"Ecalma" ao criar estes parques de estacionamento pago a 2.50 €/dia,
dificultando o acesso as praias e aos Restaurantes…»
Arminda Palhais
quinta-feira, 3 de maio de 2012
"Um bom momento para a presença publicitária"?
O assunto de hoje tem alguns meses (mas continua oportuno até mais não seja para alertar para uma possível repetição, por isso nunca é demais lembrá-lo) e foi trazido à colação pelo PSD na reunião da Assembleia Municipal de Almada realizada no passado dia 30 de setembro de 2011, conforme se pode ler pelo excerto da Ata n.º 15/X-2.º/2010-11 (página 32):
Trata-se da inserção de publicidade institucional (dos SMAS de Almada e da ECALMA) num folheto publicitário de um evento partidário (do PCP): a «Festa do Avante», como a seguir se evidencia. (esclarecimento: a moção acima apresentada foi rejeitada com os votos contra da CDU apesar da concordância de toda a oposição).
«"Que tipo de apoio existiu por parte destas entidades
empresariais municipais a esta Festa do Avante? Quem decidiu e com que
legitimidade legal? Que custos (financeiros ou outros) tiveram para o município
(directa ou indirectamente)? Como é que é possível associar campanhas e imagem
do município numa iniciativa partidária?" - são perguntas colocadas em
comunicado, por Nuno Matias, presidente do PSD de Almada e deputado na
Assembleia da República.» - VER A NOTÍCIA COMPLETA AQUI.
Nuno Matias considera que “esta situação demonstra um total
desrespeito pelo dinheiro público e um uso abusivo da imagem do concelho numa
iniciativa político-partidária”. Os responsáveis pelos SMAS e pela ECALMA
discordam, argumentando que “a Festa do Avante é um bom momento para a presença
publicitária”.» - VER NOTÍCIA COMPLETA AQUI.Três meses mais tarde, o PSD apresentou um requerimento à Presidente da Câmara ao qual obteve a "elucidativa" resposta que a seguir se apresenta:
Ficámos a saber que por dois anúncios foram pagos, com o dinheiro dos contribuintes, 1.960€ mas, todavia, ficou por esclarecer o principal: que suporte legal permitiu a realização desta despesa. E, evidentemente, não foram fornecidas cópias das respetivas faturas.
Para quem gosta de afirmar, sistematicamente, que nada tem a esconder, esta é uma atitude deveras estranha e que nos faz suspeitar de que nem tudo é assim tão transparente como nos querem fazer crer.
E mesmo que a despesa até possa ter enquadramento jurídico adequado, certo é que ela é ética e politicamente condenável.
Para quem gosta de afirmar, sistematicamente, que nada tem a esconder, esta é uma atitude deveras estranha e que nos faz suspeitar de que nem tudo é assim tão transparente como nos querem fazer crer.
E mesmo que a despesa até possa ter enquadramento jurídico adequado, certo é que ela é ética e politicamente condenável.
quarta-feira, 7 de março de 2012
Onde pára a ECALMA?
Casos como este, neste local, são o "pão nosso de cada dia", embora este seja o mais descarado de todos... Nestas alturas, onde pára a ECALMA?
domingo, 8 de janeiro de 2012
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
ECALMA: são parciais e querem roubar à descarada. Que falta fazem?
Estou deveras indignada. A mesma empresa que permite situações abusivas como a fotografia acima documenta, e que deixa passar impunemente, resolve autuar os automobilistas que não estão a infringir nenhuma regra.
É o caso que a seguir vos relato:
Uma amiga, moradora em Cacilhas, na área de influência do Parque de Estacionamento da Margueirinha, portadora do respectivo cartão de residente, válido até Junho de 2014, devidamente afixado no pára-brisas do carro, foi "advertida" e, em simultâneo, multada (o que é, em si, uma contradição: ou se adverte, ou se multa) por, alegadamente, não ter pago a taxa devida...
Acontece, porém, que ela estava estacionada em lugar adequado. Como sempre o tem feito desde que comprou o carro (há pouco mais de um ano).

Por isso, considero demagógica (e em certa medida escandalosa) a mensagem da advertência que os agentes da ECALMA andam a distribuir aos condutores, quando eles próprios (os que por um lado "perdoam" infracções a uns e passam multas a quem cumpre) não têm nem profissionalismo nem ética.
Esses agentes é que estão a merecer um sério aviso de advertência:
CUMPRIR COM ZELO AS SUAS FUNÇÕES É UM DEVER CÍVICO
ALTERE A SUA ATITUDE
EVITE FAZER ASNEIRAS!
Tem alguma lógica, o mesmo agente às 11:38h advertir um automobilista e às 12:05h ir multá-lo? Quando, ainda por cima, é residente e tem o dístico afixado no automóvel, no local adequado, bem à vista? Ou será que, agora, o estacionamento passou a ser todo pago? Exceptuando para os amigos e camaradas, claro...
Carmen Godinho
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Dois abusos e um carro só!

Denúncia recebida por e-mail:
«Na Cova da Piedade a ECALMA acabou com os lugares para deficientes para que os eleitos da CDU os possam ocupar.
A viatura da Presidente da Junta de Freguesia do Monte da Caparica, é uma visitante regular, com lugar cativo neste espaço. A ECALMA fecha os olhos.
Além deste abuso, há ainda a considerar uma outra hipótese:
Se o carro em causa (embora descaracterizado) for a viatura oficial da autarquia (com combustível e manutenção pagos pelo erário público), como nos informaram, dadas as desoras a que costuma aparecer por esta outra freguesia, aparentemente sem ser em serviço (presumindo-se que em uso particular) pode haver aqui um problema muito mais sério: crime de peculato. Será? Penso que a situação deverá ser investigada.»
A viatura da Presidente da Junta de Freguesia do Monte da Caparica, é uma visitante regular, com lugar cativo neste espaço. A ECALMA fecha os olhos.
Além deste abuso, há ainda a considerar uma outra hipótese:
Se o carro em causa (embora descaracterizado) for a viatura oficial da autarquia (com combustível e manutenção pagos pelo erário público), como nos informaram, dadas as desoras a que costuma aparecer por esta outra freguesia, aparentemente sem ser em serviço (presumindo-se que em uso particular) pode haver aqui um problema muito mais sério: crime de peculato. Será? Penso que a situação deverá ser investigada.»
Ana Paula Saavedra
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Rua Luís de Queirós, em Almada
Estranho conceito este de "rua pedonal"... Não deverá, antes, passar a ser uma "rua rodo-estacional"? (de roda + estacionamento). Curioso é que, antes de o ser, tinha muito menos carros nos passeios impedindo a circulação dos peões... Agora, quem vem da Praça do MFA e quer ir para a Rua Garcia de Orta (ou vice versa) passando pela Luís de Queirós, quase não consegue passar pois os veículos tapam, completamente, a passagem.
E a nossa amiga ECALMA, tão educadora, não vem aqui passar advertências aos senhores automobilistas? Ou deixar-lhes uma multinha? Pois... começo cá a pensar que não fazem mas é falta nenhuma. Se o caos é este... Ah, bom. Esqueci-me de dizer que as fotografias foram captadas no sábado de manhã (dia 7 de Maio, pelas 9h)... os senhores agentes não estavam ao serviço! Estão desculpados.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Porque não lhes responde a ECALMA?
Hoje trago ao vosso conhecimento uma carta que a Delegação de Almada da Associação de Comércio e Serviços do Distrito de Setúbal enviou à ECALMA a solicitar resposta a uma outra enviada já lá vão quase nove meses.E faço-o por, obviamente, concordar com a apreciação séria e ponderada que fazem da situação, apresentando soluções para as questões enunciadas. Não reclamam por reclamar. Sabem do que estão a falar e sugerem alternativas para resolver os problemas com que se deparam no dia-a-dia.
Por isso, uma pergunta urge: Porque não lhes responde a ECALMA?
«Exmos. Senhores
No dia 1 de Junho de 2010 enviámos a Vossas Excelências um ofício que expressava a opinião dos comerciantes e prestadores de serviços sobre o funcionamento da Ecalma e uma série de propostas que achámos que poderiam contribuir para uma melhor relação da Ecalma, com os cidadãos em geral. Para tal propusemos;
Desenvolver em parceria com a ECALMA uma ampla campanha de divulgação dos parques do Concelho e as suas acessibilidades. O parque da Av. D. Afonso Henriques/Rua de Olivença é um mau exemplo de publicidade a um parque que se pretende cheio e está constantemente vazio.
Senhas de €0,25 por duas horas de estacionamento para todos os parques explorados pela ECALMA.
Ampla campanha de divulgação junto dos nossos associados sobre os diferentes tipos de raspadinha disponíveis e a sua disponibilização aos visitantes.
Avenças para todos os parques explorados pela ECALMA, para os comerciantes e seus colaboradores em valores proporcionais às avenças especiais de obra disponibilizadas nos parques explorados pela Bragaparques. O uso dos parques pelos comerciantes e colaboradores liberta lugares na rua necessários aos visitantes.
Abertura de todos os parques explorados pela ECALMA durante 24 horas e todos os dias da semana, à semelhança dos outros parques.
Tolerância de paragem provisória para locais com dificuldade de estacionamento e ausência de parques. Damos o exemplo da estrada das Barrocas.
Tarifas diárias na Costa da Caparica com a criação das senhas de €1,00 para a diária oferecida aos utentes do comércio e restauração locais. É uma medida semelhante à aplicada aos parques cobertos em Almada.
Promoção do civismo ao pagamento de parquímetro em detrimento da multa constante. Tem de existir uma maior tolerância ao tempo passado sobre a expiração de uma senha e até sobre o tempo em que a viatura parou. A tolerância de meia hora é um tempo justo, adoptado noutras cidades. A formação dos agentes da ECALMA deverá ser constante e deverão ser tidas em conta as queixas em relação a determinados agentes.
Propomos a revisão do valor das multas aplicadas. Em tempo de crise, os valores aplicados são demasiado penalizadores em relação a uma sociedade fustigada pela crise económica.
Verificamos que após estes meses que aguardámos resposta de Vossas Excelências, tudo continua igual, com um crescente descontentamento por parte dos Almadenses (residentes e comerciantes) e visitantes, o qual já originou um movimento de cidadãos contra a Ecalma, e suscitou a realização de uma reunião extra-ordinária de Assembleia Municipal acerca deste tema. A falta de parques de estacionamento que possam cobrir os “lugares ilegais” e legais que foram suprimidos, faz com que a possibilidade de se estacionar no Concelho de Almada nas zonas Históricas se torne virtualmente impossível. Almada Velha é um exemplo disso mesmo. A “caça” ao carro mal estacionado está a resultar numa debandada geral dos clientes do comércio de rua, numa altura em que os parques de estacionamento desta zona se encontram por abrir. No início deste ano deparamo-nos ainda, com o incremento do bloqueio e consequente reboque de carros que não pagaram parquímetro. Tal acção é legal à luz do código da estrada mas, tendo em conta o agravamento do custo de vida dos Portugueses, nomeadamente do custo do valor do reboque, esta acção, não sendo obrigatória, depende da moralidade de quem a aplica. A contabilização de lugares necessários terá de ter sempre em consideração os “lugares ilegais”.
Estudos feitos sem ter em conta estes lugares são falaciosos e, como mostra bem o exemplo do centro de Almada, resultam em desastre.
Continuamos a afirmar com conhecimento de causa, que não se pode impor um determinado tipo de transporte para os clientes do comércio e serviços. Não aceitamos que os centros Históricos fiquem privados de acesso automóvel. Cada cidadão é livre de escolher o seu meio de locomoção e fazem-no diariamente. Os grandes espaços comerciais, cientes desta necessidade, oferecem estacionamento gratuito e boas acessibilidades. Como está bem exemplificado na publicidade aos parques existentes em Almada, feita no site da Ecalma, o parque do Almada Fórum representa 39% da oferta de estacionamento, num único local. Os centros Urbanos, em contrapartida, oferecem impedimento de circulação automóvel e falta de oferta de lugares de estacionamento. Por quem optam os clientes? Uns definham e outros prosperam. Disse uma vez o Exmo. Sr. Vereador António Matos “não são os carros que fazem as compras”. Concordamos com esta frase mas somos obrigados a afirmar, os carros não fazem compras, mas as pessoas que os trazem, fazem.
Mesmo com todos estes problemas, oferecemos a nossa colaboração e conhecimento para melhorar o acesso dos clientes ao comércio de rua.
Criticámos a deficiente sinalização do Parque da Av. Afonso Henriques nomeadamente a ausência de sinalização de entrada e falta de indicações de como chegar aos parques. Vossas excelências admitiram que a sinalização era realmente insuficiente, mas continua tudo igual. Os outros parques também carecem de uma sinalização mais eficaz.
Pedimos à semelhança do Parque da Av. Afonso Henriques que fosse utilizado o mesmo método de comparticipação por parte dos comerciantes, com senhas de € 0,25 por duas horas de estacionamento. Para nossa surpresa, já inauguraram dois parques, um na Av. Bento Gonçalves e outro no Laranjeiro e esta proposta não teve qualquer tipo de acolhimento.
Foi-nos dito que esta situação teria de ser aprovada pela C.M.A, mas nunca houve qualquer proposta nesse sentido discutida em reunião de Câmara. Esta medida é fundamental para se ter os parques cheios e para que os parques tenham a utilidade pretendida, dar mais comodidade e locais de estacionamento a quem nos visita.
Propusemos uma ampla divulgação das tarifas de estacionamento gratuitas (senhas e raspadinhas) ao dispor dos visitantes do Concelho de Almada e oferecidas pelos comerciantes, com o apoio da C.M.A. Esta proposta foi amplamente elogiada por Vossas Excelências mas, continua a não existir este plano de divulgação.
Em relação às avenças para os comerciantes e seus colaboradores em todos os parques do Concelho de Almada, continuamos a aguardar resposta positiva para todos os parques. O uso dos parques cobertos resulta num aumento de lugares disponíveis na via pública, mais apetecíveis ao consumidor. Num plano de ordenamento de estacionamento, não contar com lugares para quem se desloca todos os dias para a Cidade trabalhar, é manifestamente estranho.
Continuam a existir parques explorados pela Ecalma, que não têm um horário de abertura de 24 horas.
A tarifa proposta para os Parques da Cidade da Costa de Caparica ficou de ser avaliada. Continuamos a aguardar resposta, sendo que, a época balnear de 2010 já terminou.
Estas medidas serviriam certamente para o verdadeiro propósito da Ecalma, promover o uso racional dos espaços de estacionamento dos centros urbanos, informando os locais correctos de estacionamento em detrimento da multa, para que, estes centros urbanos sejam locais aprazíveis de visita, com boa informação para que as pessoas se sintam confortáveis em visitá-los.
Continuamos a reiterar a nossa disponibilidade em colaborar com Vossas Excelências.»
No dia 1 de Junho de 2010 enviámos a Vossas Excelências um ofício que expressava a opinião dos comerciantes e prestadores de serviços sobre o funcionamento da Ecalma e uma série de propostas que achámos que poderiam contribuir para uma melhor relação da Ecalma, com os cidadãos em geral. Para tal propusemos;
Desenvolver em parceria com a ECALMA uma ampla campanha de divulgação dos parques do Concelho e as suas acessibilidades. O parque da Av. D. Afonso Henriques/Rua de Olivença é um mau exemplo de publicidade a um parque que se pretende cheio e está constantemente vazio.
Senhas de €0,25 por duas horas de estacionamento para todos os parques explorados pela ECALMA.
Ampla campanha de divulgação junto dos nossos associados sobre os diferentes tipos de raspadinha disponíveis e a sua disponibilização aos visitantes.
Avenças para todos os parques explorados pela ECALMA, para os comerciantes e seus colaboradores em valores proporcionais às avenças especiais de obra disponibilizadas nos parques explorados pela Bragaparques. O uso dos parques pelos comerciantes e colaboradores liberta lugares na rua necessários aos visitantes.
Abertura de todos os parques explorados pela ECALMA durante 24 horas e todos os dias da semana, à semelhança dos outros parques.
Tolerância de paragem provisória para locais com dificuldade de estacionamento e ausência de parques. Damos o exemplo da estrada das Barrocas.
Tarifas diárias na Costa da Caparica com a criação das senhas de €1,00 para a diária oferecida aos utentes do comércio e restauração locais. É uma medida semelhante à aplicada aos parques cobertos em Almada.
Promoção do civismo ao pagamento de parquímetro em detrimento da multa constante. Tem de existir uma maior tolerância ao tempo passado sobre a expiração de uma senha e até sobre o tempo em que a viatura parou. A tolerância de meia hora é um tempo justo, adoptado noutras cidades. A formação dos agentes da ECALMA deverá ser constante e deverão ser tidas em conta as queixas em relação a determinados agentes.
Propomos a revisão do valor das multas aplicadas. Em tempo de crise, os valores aplicados são demasiado penalizadores em relação a uma sociedade fustigada pela crise económica.
Verificamos que após estes meses que aguardámos resposta de Vossas Excelências, tudo continua igual, com um crescente descontentamento por parte dos Almadenses (residentes e comerciantes) e visitantes, o qual já originou um movimento de cidadãos contra a Ecalma, e suscitou a realização de uma reunião extra-ordinária de Assembleia Municipal acerca deste tema. A falta de parques de estacionamento que possam cobrir os “lugares ilegais” e legais que foram suprimidos, faz com que a possibilidade de se estacionar no Concelho de Almada nas zonas Históricas se torne virtualmente impossível. Almada Velha é um exemplo disso mesmo. A “caça” ao carro mal estacionado está a resultar numa debandada geral dos clientes do comércio de rua, numa altura em que os parques de estacionamento desta zona se encontram por abrir. No início deste ano deparamo-nos ainda, com o incremento do bloqueio e consequente reboque de carros que não pagaram parquímetro. Tal acção é legal à luz do código da estrada mas, tendo em conta o agravamento do custo de vida dos Portugueses, nomeadamente do custo do valor do reboque, esta acção, não sendo obrigatória, depende da moralidade de quem a aplica. A contabilização de lugares necessários terá de ter sempre em consideração os “lugares ilegais”.
Estudos feitos sem ter em conta estes lugares são falaciosos e, como mostra bem o exemplo do centro de Almada, resultam em desastre.
Continuamos a afirmar com conhecimento de causa, que não se pode impor um determinado tipo de transporte para os clientes do comércio e serviços. Não aceitamos que os centros Históricos fiquem privados de acesso automóvel. Cada cidadão é livre de escolher o seu meio de locomoção e fazem-no diariamente. Os grandes espaços comerciais, cientes desta necessidade, oferecem estacionamento gratuito e boas acessibilidades. Como está bem exemplificado na publicidade aos parques existentes em Almada, feita no site da Ecalma, o parque do Almada Fórum representa 39% da oferta de estacionamento, num único local. Os centros Urbanos, em contrapartida, oferecem impedimento de circulação automóvel e falta de oferta de lugares de estacionamento. Por quem optam os clientes? Uns definham e outros prosperam. Disse uma vez o Exmo. Sr. Vereador António Matos “não são os carros que fazem as compras”. Concordamos com esta frase mas somos obrigados a afirmar, os carros não fazem compras, mas as pessoas que os trazem, fazem.
Mesmo com todos estes problemas, oferecemos a nossa colaboração e conhecimento para melhorar o acesso dos clientes ao comércio de rua.
Criticámos a deficiente sinalização do Parque da Av. Afonso Henriques nomeadamente a ausência de sinalização de entrada e falta de indicações de como chegar aos parques. Vossas excelências admitiram que a sinalização era realmente insuficiente, mas continua tudo igual. Os outros parques também carecem de uma sinalização mais eficaz.
Pedimos à semelhança do Parque da Av. Afonso Henriques que fosse utilizado o mesmo método de comparticipação por parte dos comerciantes, com senhas de € 0,25 por duas horas de estacionamento. Para nossa surpresa, já inauguraram dois parques, um na Av. Bento Gonçalves e outro no Laranjeiro e esta proposta não teve qualquer tipo de acolhimento.
Foi-nos dito que esta situação teria de ser aprovada pela C.M.A, mas nunca houve qualquer proposta nesse sentido discutida em reunião de Câmara. Esta medida é fundamental para se ter os parques cheios e para que os parques tenham a utilidade pretendida, dar mais comodidade e locais de estacionamento a quem nos visita.
Propusemos uma ampla divulgação das tarifas de estacionamento gratuitas (senhas e raspadinhas) ao dispor dos visitantes do Concelho de Almada e oferecidas pelos comerciantes, com o apoio da C.M.A. Esta proposta foi amplamente elogiada por Vossas Excelências mas, continua a não existir este plano de divulgação.
Em relação às avenças para os comerciantes e seus colaboradores em todos os parques do Concelho de Almada, continuamos a aguardar resposta positiva para todos os parques. O uso dos parques cobertos resulta num aumento de lugares disponíveis na via pública, mais apetecíveis ao consumidor. Num plano de ordenamento de estacionamento, não contar com lugares para quem se desloca todos os dias para a Cidade trabalhar, é manifestamente estranho.
Continuam a existir parques explorados pela Ecalma, que não têm um horário de abertura de 24 horas.
A tarifa proposta para os Parques da Cidade da Costa de Caparica ficou de ser avaliada. Continuamos a aguardar resposta, sendo que, a época balnear de 2010 já terminou.
Estas medidas serviriam certamente para o verdadeiro propósito da Ecalma, promover o uso racional dos espaços de estacionamento dos centros urbanos, informando os locais correctos de estacionamento em detrimento da multa, para que, estes centros urbanos sejam locais aprazíveis de visita, com boa informação para que as pessoas se sintam confortáveis em visitá-los.
Continuamos a reiterar a nossa disponibilidade em colaborar com Vossas Excelências.»
Fonte: Blogue - Pelo Comércio de Almada
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Ainda a zona... pedonal?!
Praça do M.F.A, hoje, entre as 12:00 e as 12:30h
Agora um pouco mais dasafogada do que às 8h da manhã. Pois... estava a PSP por perto. Sim, claro!
Afinal onde pára a ECALMA? O que andam os seus agentes a fazer? Será que foram para a Cimeira da NATO?
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Quem resolve o mistério?
Multaram os que não estavam autorizados (sem cartão de residente, por ex.)
Mas esta viatura estacionada do outro lado da rua, escapou ao afã dos fiscais da ECALMA.
Embora não tenha cartão de residente e apenas um papel, semi-tapado, onde se pode ler Câmara Municipal (sem logotipo visível)... que podia ser a de Almada, ou outra qualquer.
Alguém consegue desvendar o mistério?
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
ECALMA discrimina residentes

Para a ECALMA há residentes de 1.ª e de 2.ª categoria. Não sei se é pela cor dos olhos, relações familiares, ou qualquer outra razão menos racional, que fazem a distinção... o certo é que há residentes que são obrigados a pagar 7,40€/semana, para poder ter o carro estacionado na sua área de residência, enquanto para a maioria o estacionamento é gratuito.
Trata-se de uma situação não prevista no regulamento e, como tal, os agentes da ECALMA ficam logo sem saber como agir. E, na dúvida, o melhor é recusar o cartão de residente... mesmo que a situação seja evidente.
É o caso de uma moradora cujo veículo está em nome da mãe, proprietária do carro. Todavia, como a senhora não tem carta de condução, é a filha que o conduz. Acontece que mãe e filha moram em diferentes freguesias do concelho de Almada... mas, para a ECALMA, isso pouco importa: a filha não pode ter título de residente e ponto final! pois não é proprietária, embora seja ela quem conduz o automóvel e, logicamente, trá-lo para junto da sua residência. Apenas a mãe tem direito a cartão de residente, mesmo que o carro nunca lá fique estacionado.
Feita a reclamação ao Conselho de Administração da ECALMA, o assunto deve ser tão, mas tão complicado de resolver que já lá vão quase dois meses e o silêncio mantém-se... E depois admiram-se que o descontentamento da população em relação à empresa vá crescendo. E aquela moradora lá vai pagando os 7,40€ por semana para não ser multada. Acham justo?
sábado, 24 de julho de 2010
Mais um "casamento de conveniência": CDU + PSD, em Almada.
Mesmo estando de férias não resisto a comentar este facto notável que chegou, hoje, ao meu conhecimento: a aprovação do Plano de Actividades da ECALMA para 2010 decorridos que já estão quase sete meses do ano em causa, na reunião da Câmara Municipal de Almada realizada no passado dia 21 do corrente mês.Contrariamente ao esperado, depois da acesa discussão na última reunião ordinária do órgão deliberativo, durante a qual, à excepção da CDU, todos os partidos teceram duras críticas à gestão e actuação desta empresa municipal (com o PSD, mais radical, a propor até a sua extinção), o Plano de Actividades da ECALMA para 2010 foi aprovado com 5 votos a favor (CDU), 4 votos contra (PS e BE) e 2 abstenções (PSD).
Ora aqui está, pois, uma “posição coerente” do PSD que muito jeito veio dar, convenhamos, à CDU que viu neste “casamento de conveniência” a oportunidade para fazer passar, com sete meses de atraso, o documento acima referido.
Para quem propõe a substituição da ECALMA por um corpo de polícia municipal, este “voto a favor envergonhado” é uma contradição que só com muito esforço se conseguirá explicar, a não ser por uma complexa “atracção transcendente” semelhante à que fez Zita Seabra passar directamente do PCP para o PSD.
Anexo: veja AQUI a declaração de voto da vereadora do Bloco de Esquerda.
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