terça-feira, 8 de setembro de 2026

A propósito do assédio moral na Administração Pública


O tema do assédio moral na Administração Pública continua ainda a ser tabu. Mas no Memória Descritiva levamos o assunto muito a sério. Já escrevemos quatro artigos e mais dois estão na forja.
Consulte-os, leia com atenção e comente.

Abuso de Poder Não É Gestão: O Flagelo Silencioso do Assédio Moral na Administração Pública

Sob a capa da exigência profissional e protegidos pela blindagem da hierarquia, alguns dirigentes da Administração Pública utilizam o assédio moral como arma de gestão, violando a lei de forma flagrante e destruindo a saúde mental dos/as trabalhadores/as.

A Negligência que Perpetua o Assédio

Mobbing no local de trabalho não é "falha de comunicação", mas sim desresponsabilização do/a agressor/a.

O Assédio na Administração Pública e a Subversão dos Canais de Denúncia

A recusa de provas viola o princípio do inquisitório, tornando o arquivamento ilegal e sujeitando o dirigente a responsabilidade disciplinar e criminal.

A Gaveta do Silêncio: Quando a Inércia Transforma o Assédio em Crime de Estado

Protelar a investigação de assédio na Administração Pública não é prudência política, é uma omissão ilegal que destrói vidas, gera impunidade e condena o erário público a indemnizações avultadas.

 

Em preparação:

O Arquivamento de Denúncias e a Falta de Imparcialidade no Assédio Moral Público (Quando a Administração Pública atua como juíza e parte, o arquivamento de denúncias de assédio moral configura uma autoproteção estatal em detrimento da justiça.)

O Preço da Coragem: Quando Denunciar Assédio na Função Pública Vira Alvo de Retaliação (Ameaçar quem denuncia com processos disciplinares é uma tática psicológica de desgaste que perde toda a força jurídica perante canais de fiscalização externa.)

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