Abuso
de Poder Não É Gestão: O Flagelo Silencioso do Assédio Moral na Administração
Pública
Sob a capa da exigência
profissional e protegidos pela blindagem da hierarquia, alguns dirigentes da
Administração Pública utilizam o assédio moral como arma de gestão, violando a
lei de forma flagrante e destruindo a saúde mental dos/as trabalhadores/as.
A
Negligência que Perpetua o Assédio
Mobbing no local de trabalho não é
"falha de comunicação", mas sim desresponsabilização do/a agressor/a.
O
Assédio na Administração Pública e a Subversão dos Canais de Denúncia
A recusa de provas viola o
princípio do inquisitório, tornando o arquivamento ilegal e sujeitando o
dirigente a responsabilidade disciplinar e criminal.
A
Gaveta do Silêncio: Quando a Inércia Transforma o Assédio em Crime de Estado
Protelar a investigação de assédio
na Administração Pública não é prudência política, é uma omissão ilegal que
destrói vidas, gera impunidade e condena o erário público a indemnizações
avultadas.
Em preparação:
O Arquivamento de Denúncias e a
Falta de Imparcialidade no Assédio Moral Público (Quando a Administração Pública
atua como juíza e parte, o arquivamento de denúncias de assédio moral configura
uma autoproteção estatal em detrimento da justiça.)
O Preço da Coragem: Quando
Denunciar Assédio na Função Pública Vira Alvo de Retaliação (Ameaçar quem denuncia com
processos disciplinares é uma tática psicológica de desgaste que perde toda a
força jurídica perante canais de fiscalização externa.)

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