sexta-feira, 17 de abril de 2009
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Vandalismo e desleixo...
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Almoço na Cova da Moura
Hoje fui almoçar à Associação Moinho da Juventude, no Bairro da Cova da Moura, concelho da Amadora, com um grupo de amigos.
O ponto de encontro foi na casa da Godelieve (a alma desta associação e que, por isso, optou por viver ali mesmo no bairro), amiga comum de todos nós.
A "moamba de galinha" estava uma delícia, tal como o prova o prato vazio no fim da refeição (que, é bom dizer, repeti), assim como a sobremesa (mouse de manga) e o café. Mas, confesso, aquilo que mais me sensibilizou foi a surpresa inicial de encontrar sobre a mesa um poema de um autor de S. Tomé.
Adorei. E pretendo voltar. Obrigada Live. E a todos quantos possibilitaram esta deliciosa refeição.
terça-feira, 14 de abril de 2009
Desuniões reunidas
Ribeira de Santarém, Janeiro de 2003«Dizemos que um rio separa as suas duas margens... será que se reunificarão pelas pontes? São ligadas por vezes por um barco de barqueiro, como ainda se usa nestes lados do Ribatejo. Ou, quando são mais largos, por barcos a sério, daqueles que levam automóveis e tudo. Mas, afinal, há com frequência uma ponte. Ou duas, como aqui neste caso.
Aliás, dificilmente imaginamos um rio, qualquer rio, sem uma ponte. Acho que mesmo a primeira coisa que nos ocorre quando chegamos à beira duma corrente é como iremos atravessar para o outro lado. Como se fosse para contrariar a propriedade das margens paralelas, que é suposto nunca se encontrarem. Mas o mais certo é por não gostarmos de barreiras, separações, obstáculos.
Oxalá também sentíssemos sempre o mesmo anseio de construir as pontes que ligassem tudo o que nos desune dos outros, quer sejam pessoas ou povos, credos ou bandeiras, cultura ou abastança. É que quase sempre esses rios que nos dividem são tão estreitos que para atravessá-los bastaria esticarmos os braços e agarrarmos as mãos de quem está do outro lado. A Humanidade agradeceria.»
Vasco Ribeiro
Setúbal, Fevereiro de 2003
segunda-feira, 13 de abril de 2009
O Bloco está na rua!
O Bloco de Esquerda realizou, no passado sábado, um périplo pelo concelho de Almada destinado a assinalar, a título de exemplo, alguns dos muitos “pontos negros” da gestão autárquica da CDU mas, também, da política do Governo PS que, juntas, têm contribuído para degradar a qualidade de vida dos almadenses, já de si fragilizada pela crise económica que o país atravessa. E, claro, eu estava lá fazendo parte da equipa.
Entre as 10:30h e as 18h, assinalaram-se cerca de trinta “pontos negros” através da afixação de faixas, colocação de placares e colagem de cartazes, além de se terem distribuído mais de mil exemplares do jornal nacional e do n.º 2 do Lado Esquerdo (o boletim mensal do núcleo de Almada).
Todavia, o momento alto de cada uma das paragem desta acção inédita, que percorreu todas as freguesias do concelho de Almada e teve uma aceitação extraordinária das pessoas, foi o contacto com a população local que se aproximava de nós para nos felicitar, solicitar esclarecimentos, denunciar algumas situações e pedir o apoio concreto do Bloco de Esquerda para ajudar a resolver casos concretos, num voto de confiança que muito nos sensibilizou e nos trouxe força redobrada para seguir em frente com a estratégia definida de oposição firme às arbitrariedades cometidas pela autarquia CDU e, obviamente, pelo Governo PS.
Os assuntos abrangidos focaram os problemas que mais têm merecido a nossa atenção nos últimos tempos, reflexo daquilo que são as preocupações dos almadenses, como sejam, por exemplo:
As questões da mobilidade e da segurança rodoviária (abordadas em Cacilhas e no Monte de Caparica);
A degradação do parque habitacional (na Cova da Piedade, Pragal e Cacilhas);
O ambiente e a qualidade de vida (esgotos a céu aberto na Cova da Piedade e os silos na Trafaria);
Os bairros sociais do município e a subida das rendas (no Feijó);
Desporto para todos e não só alguns (pista municipal de atletismo na Sobreda da Caparica);
Equipamentos para a infância (Monte de Caparica);
A saúde, as listas de espera e as taxas moderadoras (com faixas colocadas em todos os centros de saúde existentes no concelho);
O trabalho precário e o desemprego, o direito público à energia, etc. etc.
Este foi, apenas, o primeiro alerta. No final, chegámos todos cansados, mas a sentir que o nosso esforço valeu a pena.
Em breve iremos encetar mais actividades. Contamos consigo! Porque é preciso “juntar forças” para mudar Almada...
domingo, 12 de abril de 2009
sábado, 11 de abril de 2009
O distrito de Lisboa nos alvores do século XXI
sexta-feira, 10 de abril de 2009
O Direito à Cultura
Em Abril de 2004, Vasco Ribeiro escrevia assim:
«A Feira da minha perdição
A Feira do Livro! Eu bem digo a mim próprio que não posso lá ir. Desta vez, à semelhança do ano transacto, disse que ia só fotografar. Mas não resisto... tenho sempre de comprar alguns livros. Demasiados livros! Não é só o dinheiro que gasto, o peso que carrego... mas também o espaço que já não tenho! (E ainda dizem que o conhecimento não ocupa lugar!) Mas que querem? Adoro livros!
No fundo, fazem parte integrante da Cultura, que é “o alimento do espírito”. Talvez por isso eu tenha sempre fome dela. Porque, na altura em que cresci, a cultura era um luxo escasso, quando não mesmo perigoso. Antes do 25 de Abril, todas as instituições culturais, incluindo as editoras e jornais, eram consideradas inimigas do regime. Por isso existia a censura (eufemisticamente chamada de Exame Prévio), aquela coisa tenebrosa e castradora de toda a criação artística.
Ainda hoje a Cultura é um contra-poder. Basta repararmos como os governantes a consideram um desperdício e para a qual disponibilizam um mínimo de verbas. Sem nunca entenderem ou ensinarem que ela faz parte da formação de cidadãos de corpo inteiro. Ou talvez por isso mesmo.»
Ele que me perdoe por usurpar as suas palavras mas, sinceramente, nunca tinha encontrado um texto que se identificasse tão bem com o que eu sinto em relação aos livros e à Cultura. Até parece que fui eu que escrevi estas linhas.
E a fotografia que a ilustra, essa, então, contém a força que se lê nas entrelinhas... o quanto a Cultura é maior que qualquer um de nós, como nos envolve e suplanta. E como eles, os livros, podem ser a nossa rampa de ascensão...
Uma pequena crónica e uma fotografia magníficas.
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Isto também é Almada!
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Quanto vale a palavra de cada um?
terça-feira, 7 de abril de 2009
segunda-feira, 6 de abril de 2009
QUANTO VALES TU, PRECÁRIA/O?

FERVE - Fartos/as d'Estes Recibos Verdes
PETIÇÃO PELA DEVOLUÇÃO DO IRS EM 30 DIAS:
O PRECARIADO SAI À RUA!
MayDay Lisboa - 1 de Maio - 12h00 - Praça de Camões
domingo, 5 de abril de 2009
Começar de novo...













