quinta-feira, 11 de junho de 2015

IRS 2014. Mais do que incompetência isto já começa a ser perseguição!

Como aqui noticiei no dia 12 de maio último - IRS 2014. Divergências e incompetência - a Autoridade Tributária resolveu "embirrar" comigo e inventaram que havia uma divergência entre os rendimentos que eu declarara receber em 2014 como sendo de 2013 e o valor que a Assembleia Distrital de Lisboa declarara como tal.
Provei, com a apresentação de documentos, que essa afirmação não era verdadeira e a situação foi tida como regularizada e a declaração dada como certa. Portanto, fiquei descansada e pensei: finalmente vou receber o imposto retido a mais que tanta falta me está a fazer pois, nesta data, vou já com nove meses de salários em atraso.


Mais o impensável aconteceu.
Ontem à noite (sim, no feriado do 10 de junho) voltei a receber uma notificação das Finanças por mensagem de correio eletrónico (já passava das 22h - muito trabalham estes funcionários do fisco - mas será mesmo?).
Por mais incrível que pareça, o teor desta "comunicação" era exatamente idêntico ao de dia 12 de maio, como se o caso não tivesse sido explicado e a justificação aceite pela AT.
Mas "alto lá"... parece que, afinal, por outro lado, esta era considerada uma falta especialmente grave por ser já a segunda vez que a minha declaração de IRS apresentava "irregularidades" e, por isso, fora selecionada para auditoria.
Ainda assim permitiam que prestasse esclarecimentos através de "e-mail" (que simpáticos!).


Embora demasiado irritada com tudo isto (ou melhor dizendo, indignada e revoltada - vejam lá se foram tão "zelosos" com as contas do excelentíssimo senhor 1.º Ministro nomeadamente no caso das contribuições para a Segurança Social...) lá preparei, mais uma vez, um documento onde reuni, de novo, todas as provas de que não existe qualquer divergência entre os valores declarados por mim e pela ADL.


Mas, obviamente, vou ter de me dirigir à Repartição de Finanças de Cacilhas. Além de levar cópia em papel da documentação referida vou ter de exigir que me apresentem o Livro de Reclamações pois quer-me parecer que mais do que incompetência isto já começa a ser perseguição.
Arre que é demais! 

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