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sábado, 12 de março de 2016

Alargar horizontes!


Na próxima terça-feira, dia 15 de março, faz seis meses que integro a Unidade de Fundos Estruturais da Direção-Geral das Autarquias Locais.
Depois do conturbado processo de extinção dos Serviços de Cultura da Assembleia Distrital de Lisboa,
Da passagem pela requalificação, que embora curta não deixou de ser humilhante,
A enfrentar a denúncia caluniosa de uma ex-colega que não tem olhado a meios para tentar denegrir a minha imagem até mesmo junto da nova entidade empregadora a quem não se coibiu de contactar,
Com quase 60 anos de idade e trinta de carreira (dez dos quais como dirigente), confesso que recomeçar de novo me deixou, de início, bastante nervosa… não tanto por ir trabalhar com gente nova mas mais pelo facto de me terem sido atribuídas tarefas numa área completamente diferente daquela que sempre fora a da minha experiência profissional.
Ainda assim, porque nunca recuso um bom desafio (aliás, sempre encarei as adversidades como oportunidades de desenvolvimento, seja em termos pessoais ou profissionais), encarei de forma positiva esta etapa da minha vida e hoje sinto-me completamente realizada!

E, na prática, como continuo ligada às autarquias locais posso mesmo afirmar que estou muitíssimo satisfeita… sinto mesmo que os meus horizontes se alargaram, tal qual as imagens ilustram.


sábado, 29 de agosto de 2015

domingo, 26 de outubro de 2014

Num serviço público algures por aí...


Num serviço público algures em Portugal. Pode ser no norte, no centro ou no sul do país. Quantas salas fechadas não existem, com processos, mobílias e outros bens deixados assim ao abandono?



sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Simplesmente números...


Leia o artigo completo AQUI.

Em teoria, de 2013 para 2014 o meu salário líquido desce 133,99€. Todavia, na prática, este é o sexto mês consecutivo que não recebo vencimento. Ou seja, desde agosto do ano passado que o meu ordenado é, simplesmente, 0€.

E não, não fui despedida. E sim, sou funcionária pública.

Custa a crer? mas é verdade!

Está a acontecer na Assembleia Distrital de Lisboa (e, também, na de Vila Real).

Porquê? Porque há presidentes de câmara como o Dr. António Costa em Lisboa, que consideram que a política se sobrepõe ao Direito e, como tal, não se importam de violar a lei para atingir os seus objetivos mesmo que atropelem princípios constitucionais e desrespeitem as regras básicas do regime democrático... e, com esse pensamento em tudo semelhante ao de um qualquer ditador (no que são secundados pela inércia cúmplice dos órgãos colegiais dos seus municípios), não têm pejo em impedir que as respetivas autarquias paguem as contribuições a que estão legalmente obrigadas (nos termos e para os efeitos do disposto no artigo 14.º do Decreto-Lei n.º 5/91, de 8 de janeiro) provocando a falência das Assembleias Distritais às quais pertencem.




sexta-feira, 6 de julho de 2012

Inconstitucional! E agora?

Versão integral do Acórdão n.º 353/2012 do Tribunal Constitucional

Estou como o São Tomé: ver para crer! Até porque já houve quem viesse dar a entender que se a inconstitucionalidade se prende com um problema de "igualdade"... então que se apliquem os cortes também ao setor privado.
E, além do mais, assustam-me quais serão as "medidas equivalentes" que aí poderão vir... o Primeiro Ministro já avisou!
Mas, há uma dúvida que eu gostava de ver esclarecida:
O teor da alínea b)... faz sentido declarar inconstitucional uma medida mas abrir uma excepção quanto à aplicação dos seus efeitos? É possível a mesma medida ser inconstitucional a partir de 2013 mas ser conforme a Constituição em 2012... porque se em 2012 ela já é inconstitucional, sinceramente custa-me a entender como se assume uma decisão daquelas.
Quase parece, afinal, que esta decisão acabou por vir muito a jeito para o Governo que passa, assim, a ter uma justificação para aplicar a todos os trabalhadores (e não apenas aos funcionários públicos e aos pensionistas) o roubo dos subsídios de Férias e de Natal... e ficaria resolvida a questão da igualdade!
E, então, o direito (constitucional) de quem trabalha receber o seu vencimento? Não esqueçamos que estes subsídios faziam parte da remuneração anual e não são uma benesse extraordinária dada a título de "participação nos lucros"... 

terça-feira, 1 de novembro de 2011

O "ódio ideológico aos servidores públicos"?



Recebi este artigo de André Freire por e-mail. Não trazia indicação de onde fora publicado nem em que data. Parece-me ser do jornal Público, mas não sei de que edição. Mesmo assim não resisti a deixá-lo aqui para quem quiser ler e reflectir.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Que mal fizemos nós?




Congelam-nos o vencimento (não vão haver aumentos nos próximos tempos).
Cortam-nos no salário (através da subida da taxa de IRS levam-nos mais 1 a 1,5%).
Impedem-nos de receber prémios (estamos a falar do equivalente a uma remuneração mensal que pode ir de uns míseros 500€ - arredondando números – no caso dos assistentes operacionais a cerca de 3.000€ no caso dos dirigentes intermédios de 2.º grau, num universo de possíveis beneficiários que será sempre inferior aos 5% do total, pois nem todos os dirigentes os atribuem).
Mas que mal fizeram os funcionários públicos ao país? Será que fomos nós que provocámos esta crise?
E as “mordomias” que muitos políticos recebem (extra ordenado, como despesas de representação e outros subsídios)? Será que também as vão cortar?
E os salários e prémios milionários dos gestores públicos? Não sendo considerados trabalhadores do Estado ficam de fora. É justo?
E os senhores da “alta finança” e os “operadores bancários”, principais responsáveis pelo descalabro da economia, quem os penaliza? Que contribuição vai ser a sua para pagar a crise que originaram? Nenhuma! Mas que raio de justiça é esta?
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