domingo, 3 de novembro de 2013
quinta-feira, 27 de junho de 2013
segunda-feira, 24 de junho de 2013
No melhor pano cai a nódoa! Ou, pela boca morre o peixe!
Algo aqui vai mal... muito mal mesmo.
terça-feira, 18 de junho de 2013
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Em greve, pela dignidade!
Biblioteca dos Serviços de Cultura da Assembleia Distrital de Lisboa: ENCERRADA!
Eu faço!
terça-feira, 13 de novembro de 2012
O Congresso Democrático das Alternativas apoia a Greve Geral...
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Almada: teia de relações promiscuas entre a Câmara e o sindicato?
sábado, 24 de março de 2012
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Sobre o dia de hoje...
Vamos lá pôr os pontos nos iis.Toda esta crise foi causada pelo Capital, nomeadamente o capital financeiro.
No entanto, andam-nos a convencer que só o Trabalho é que tem de a suportar e resolver.
Aumentando o tempo dos descontos e prolongando a idade para a reforma.
Reduzindo os salários da Função Pública.
Reduzindo os subsídios sociais.
Aumentando os impostos sobre os trabalhadores e nunca sobre o Capital.
Ou seja, o capital pôs isto de pantanas e quem tem de pagar é o Trabalho.
Esta greve geral não foi uma revolução.
Esta greve geral não foi uma reivindicação.
Esta greve geral foi um grito de revolta contra esta situação.
Os defensores do statuo quo, como é evidente, arranjam desculpas para não contestar a situação. Vão lançando umas bocas num blogue que pensavam que só contestava o poder local…
Mas não, aqui no blogue também é contestado o poder central e o statuo quo, embora alguns anónimos não tenham reparado nisso, talvez porque se sintam do lado desse poder central, quer seja este ou o que venha a seguir…
Mas ao povo, saltou-lhe a tampa, e veio à rua. E o poder, seja este ou o que vier a seguir, tem que pensar nisso.
Estou em greve!
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Câmara Municipal de Almada faz lock-out
Ontem foi dia de greve na Administração Local, convocada pelo STAL.
Em Almada, a taxa de adesão terá sido superior à média com serviços encerrados a 100%. Uma vitória dos trabalhadores, dirá o PCP.
E muito boa gente acreditará, pois de facto puderam constatar que a maioria dos sectores da autarquia não funcionavam (como podem verificar pela fotoreportagem inserida no final do artigo).
Todavia este é, pela enésima vez, um logro do STAL/PCP com a conivência da Câmara Municipal de Almada que autoriza os piquetes de greve a colocarem cadeados nos portões e a tomarem conta das instalações para impedir a entrada do pessoal.
Assim, independentemente da sua vontade, todos os trabalhadores são obrigados a aderir à greve num total desrespeito pela sua liberdade individual. Uma atitude antidemocrática e ilegal pois o lock-out é proibido, conforme assim o determina o n.º 4 do artigo 57.º da CRP e o artigo 406.º do Regime do CTFP (aprovado pela Lei n.º 59/2008, de 11 de Setembro).
O direito à greve é um direito mas o direito ao trabalho também. Contudo, estes sindicalistas parecem esquecer este facto.
E quando a justificação é aceite, a Administração chega a levar cerca de seis meses a devolver o dinheiro aos trabalhadores. Por esse motivo, são vários os que desistem de reclamar contribuindo, dessa forma, para que a CMA acumule riqueza sem justa causa.
Pois é. Com estes dias de greve os trabalhadores lesados perdem, mas a CMA ganha. Nos seus cofres ficam umas largas centenas de euros em resultado dos vencimentos que não irá pagar.
Importante será referir que muitos são os trabalhadores que se queixam do clima de coacção e repressão psicológica perpetrado por alguns membros dos piquetes de greve e outros colegas, sócios do STAL e/ou membros do PCP, o que os leva a aderir à greve por medo de retaliações da Administração (são conhecidos diversos casos), mesmo tendo em consideração que o dinheiro de um dia de trabalho lhes faz imensa falta (de notar que este tipo de ocorrências são mais frequentes entre o pessoal operário que já aufere salários bastante baixos).
Será que os fins justificam os meios?
Será que a banalização da greve não é mais prejudicial do que benéfica?
Será que não existem outras formas de luta mais eficazes?
Será ético os partidos imiscuírem-se na luta sindical?














