sábado, 12 de fevereiro de 2011

Simplesmente...


«A paciência é uma garantia da ordem. Perder o domínio de si próprio é sempre a maneira mais propícia a perder a sua autoridade sobre outrem.» (Hughes)

«As mentiras mais detestáveis são as que mais se aproximam da verdade.» (André Gide)

«Uma desculpa é pior e mais terrível que uma mentira; pois uma desculpa é uma mentira disfarçada.» (Alexandre Pope)

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Cairá o dinheiro do céu?




A história de hoje começa com uma pergunta:

Acham que é possível um funcionário autárquico (mesmo que desempenhe um cargo dirigente desde 2000), que declara como rendimento apenas o vencimento que aufere da autarquia onde exerce funções, adquirir e suportar os encargos de manutenção dos bens imobiliários a seguir indicados?

Pensem com calma, reflictam e, depois, tentem responder no final. Fiquem cientes de que só apresentamos factos, retirados os pormenores que poderiam identificar o visado, embora estejamos conscientes de que ele próprio saberá de quem falamos.

Além da casa onde reside habitualmente…

Em 03-12-2003:
Aquisição a pronto pagamento, de um apartamento turístico no Algarve. Valor patrimonial, em 2007: 175.638,38€.

Em 11-08-2006:
Aquisição, a pronto pagamento, de um terreno rural com 3.640m2, também no Algarve.

Em 19-11-2007:
Aquisição de mais um apartamento. Valor patrimonial (em 2008): 94.450€. Na mesma data, é registada uma hipoteca voluntária a favor da CGD pelo valor de 100.000€.

Em 04-02-2010:
É registada uma outra hipoteca voluntária de valor idêntico à anterior (ou seja, mais 100.000€), também a favor da CGD, mas tendo como garantia o apartamento do Algarve.

Relativamente ao empréstimo de 2007, é de presumir que tenha sido liquidado pois em sede de IRS (2009) não aparece qualquer dedução à colecta. Embora essa opção seja voluntária, custa a crer que podendo o sujeito passivo beneficiar de um abatimento ao montante global do rendimento colectável, este não o faça e opte por, voluntariamente, pagar mais imposto ao Estado.
Finalmente, não esquecer que, além das despesas fixas mensais com a casa onde reside e as restantes (água, luz, gás, comunicações, condomínio, etc.) há a considerar os gastos com alimentação, vestuário e calçado, deslocações, manutenção do carro (gasolina e oficina), férias, lazer, etc…

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Vandalismo em acção!



Jardim Alberto Araújo, em Almada (9-2-2011)
Os painéis do mestre Cargaleiro existentes no jardim municipal, datados de 1956, estão neste estado. Que falta de respeito! O que fazer para evitar actos desta natureza e preservar o nosso património cultural?

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Qual é o problema? Desenrasque-se!


Quer comer sopa e não tem colher?
O móvel é largo demais para a televisão nova?

Não tem abre cápsulas?
Faltou o gás, não tem micro nem placa eléctrica e apetece-lhe um café?

Roubaram-lhe os pneus do carro?
Está demasiada ocupada para dar o biberão ao bébé?

QUAL É O PROBLEMA? DESENRASQUE-SE!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Este país não é para corruptos!


Hoje relembro um texto de Ricardo Araújo Pereira, publicado na Visão de 29-04-2010. Uma caricatura do nosso sitema judicial e da forma tolerante como a corrupção é entendida. Muito bem escrito e, apesar da ironia, tem muita matéria que merece uma reflexão séria.

«Que Portugal é um país livre de corrupção sabe toda a gente que tenha lido a notícia da absolvição de Domingos Névoa. O tribunal deu como provado que o arguido tinha oferecido 200 mil euros para que um titular de cargo político lhe fizesse um favor, mas absolveu-o por considerar que o político não tinha os poderes necessários para responder ao pedido. Ou seja, foi oferecido um suborno, mas a um destinatário inadequado. E, para o tribunal, quem tenta corromper a pessoa errada não é corrupto – é só parvo. A sentença, infelizmente, não esclarece se o raciocínio é válido para outros crimes: se, por exemplo, quem tenta assassinar a pessoa errada não é assassino, mas apenas incompetente; ou se quem tenta assaltar o banco errado não é ladrão, mas sim distraído. Neste último caso a prática de irregularidades é extraordinariamente difícil, uma vez que mesmo quem assalta o banco certo só é ladrão se não for administrador.

O hipotético suborno de Domingos Névoa estava ferido de irregularidade, e por isso não podia aspirar a receber o nobre título de suborno. O que se passou foi, no fundo, uma ilegalidade ilegal. O que, surpreendentemente, é legal. Significa isto que, em Portugal, há que ser especialmente talentoso para corromper. Não é corrupto quem quer. É preciso saber fazer as coisas bem feitas e seguir a tramitação apropriada. Não é acto que se pratique à balda, caso contrário o tribunal rejeita as pretensões do candidato. “Tenha paciência”, dizem os juízes. “Tente outra vez. Isto não é corrupção que se apresente.”»

Veja o texto completo AQUI

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Almada... URGENTE!


«O efeito de contágio da Tunísia e Egipto chegou a Almada:

Presidente da câmara considera "...terrorismo político" pedido de esclarecimentos sobre buscas da PJ.

A presidente da câmara de Almada (CDU) recusou, em assembleia municipal, responder às questões colocadas pelo CDS-PP sobre as buscas da PJ aos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS), considerando-as "terrorismo político". A Polícia Judiciária realizou buscas nos SMAS de Almada a 13 de Janeiro, confirmou à Lusa nessa semana fonte da autarquia, sem, contudo, ter prestado mais esclarecimentos a esse respeito.

Tem piada… pouco tempo antes do 25 de Abril, este era o comentário "...terrorismo político" que se ouvia, quando os operários metalúrgicos e corticeiros protestavam e reclamavam pelos seus direitos.

Curioso é o facto de existir só uma força política com consciência e elevado dever cívico de defender os interesses da maioria Almadense.

Como militante de um dos partidos da oposição, sinto-me constrangido com o silêncio, no entanto ainda assim pergunto. Onde anda o Bloco de Esquerda? O PSD? E o Partido Socialista?

Este silêncio, irá ser cobrado pelos Almadenses...

O Partido Socialista deveria estar na primeira linha a exigir esclarecimentos.

Só vai aparecer nas próximas eleições... será tarde. »

José Manuel Caetano
(Nota publicada no Facebook, e aqui divulgada com autorização expressa do autor)

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Cartas anónimas? Terrorismo político? Comportamento antidemocrático? De quem? da CDU?


«A presidente da câmara de Almada (CDU) recusou, em assembleia municipal, responder às questões colocadas pelo CDS-PP sobre as buscas da PJ aos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS), considerando-as "terrorismo político".

A Polícia Judiciária realizou buscas nos SMAS de Almada a 13 de Janeiro, confirmou à Lusa nessa semana fonte da autarquia, sem, contudo, ter prestado mais esclarecimentos a esse respeito.

Na sexta-feira, em sessão da assembleia municipal, o deputado Fernando da Pena (CDS-PP) [clique no link e veja o vídeo] considerou que existem, sobre este assunto "questões que merecem pronto e claro esclarecimento por parte da presidente da câmara".

"A senhora presidente confirma que houve buscas da Polícia Judiciária às instalações dos SMAS no passado dia 13 de Janeiro? Confirma que se deslocaram às instalações 14 inspectores da PJ? Confirma que houve a apreensão de documentos relacionados com processos de admissão de pessoal e aquisição de bens e serviços? Reconhece a prática de crimes de favorecimento de pessoas e empresas e enriquecimento ilícito de familiares de autarcas? A senhora presidente subscreve a classificação de normal esta acção da PJ? Confirma que foi interrogada no dia 1 de Fevereiro pela PJ?", enumerou. [ clique no link para ler a opinião de Fernando Pena]

Em resposta, Maria Emília de Sousa afirmou [clique no link e veja o vídeo] que confirma que "há muitas cartas anónimas" e que "há terrorismo político".

Disse ainda que "na assembleia Municipal" não se considera "no banco dos réus", refutando "em absoluto" aquilo que considerou ser "um comportamento antidemocrático".

"Quem se ri melhor é quem se ri no fim. E vamos ver quem se vai rir no fim. Vamos ver como é que a difamação, a calúnia e a suspeição vão ser interpretadas pela justiça", acrescentou.

A notícia das buscas foi publicada na edição de 19 de janeiro do Observatório Autárquico, redigido e distribuído pela Plataforma de Cidadania do Concelho de Almada.»
Fonte: Lusa/SOL

Mosaico de notícias... e como estas há mais.








Até me apetece dizer: "admirável mundo novo" este da Internet... que o PCP não controla. Afinal o que se passa em Almada já começa a despertar o interesse da comunicação social. Até que enfim!

Quanto ao discurso da senhora Presidente, apenas um esclarecimento (comentários sobre o conteúdo são dispensáveis!!):

Cartas anónimas senhora Presidente? Mentir para quê? Acha mesmo que a Polícia Judiciária actuou só com base em denúncias anónimas? Sabe bem que assim não foi! Pela parte que me cabe assinei todas as queixas que enviei ao Ministério Público. E aquilo que aqui escrevo é com a minha verdadeira identidade. Além disso, quando vou às reuniões, seja da Câmara ou da Assembleia Municipal, não vou mascarada (ao contrário do que os seus "democratas" defensores fazem, quando se cobrem com o manto do anonimato para comentar neste blogue ou enviar cartas ofensivas, sem remetente, para o Presidente da Assembleia Distrital de Lisboa - local onde trabalho, para os condomínios da Avenida onde resido e para mim própria).

Por isso, senhora Presidente, não me venha falar em "comportamento antidemocrático" e "terrorismo político" porque isso é, precisamente, aquilo que a senhora e o seu Partido fazem há muito tempo em Almada.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

E com este já publicámos 17 números!

Autarquia ao vivo

Os bons projectos devem-se repetir (multiplicar). E que tal em Almada as autarquias do município seguirem o exemplo da Junta de Freguesia de S. Sebastião (Setúbal)?
Parabéns aos autarcas, aos professores e às crianças.
Mais notícias sobre este projecto:

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Afinal ainda há muito por esclarecer...

Este cartoon do Gonçalo Viana (Visão, de 3-2-2011) ilustra, na perfeição, o que se passa em relação ao tema da casa de férias de Cavaco Silva.
A este propósito, deixo-vos as notícias de hoje publicadas na revista Visão e no jornal Público. A sua leitura dispensa mais comentários.


Para ler, basta clicar em cada imagem e aumentar o texto.

Estudos de opinião...


O assunto de hoje tem como ponto de partida o artigo “Pedido de Ajuda. Em nome da Democracia” do blogue Rumo a Bombordo, que costumo acompanhar, e que a seguir transcrevo:

«Os Vereadores Socialistas tomaram conhecimento que a Câmara Municipal do Seixal encomendou um estudo de opinião (sondagem) exactamente um mês antes das últimas eleições autárquicas.

Naturalmente estranhando este timing requeremos de imediato cópia do referido estudo. O sr. presidente da Câmara apesar de sempre dizer que ia fornecer a cópia solicitada, o facto é que ao fim dum ano, utilizando as mais variadas desculpas, nunca o fez, o que motivou que os Vereadores Socialistas intentassem no Tribunal Administrativo e Fiscal de Almada um processo sobre a forma de intimação para entrega de documentos, processo que ganhámos em toda a linha.

Foi-nos então entregue um estudo de 15 páginas que, alegadamente, custou 9500€ , e foi realizado com base em 260 entrevistas telefónicas.

Um estudo em tudo semelhante mas com 150 páginas e com base em mais do dobro das entrevistas presenciais custou ao PS menos 2000€ na mesma altura.

Acresce que a mesma empresa contratou na mesma altura os mesmos serviços com as Câmaras de Almada, Barreiro, Sesimbra, Vidigueira, Associação dos municípios de Beja e outras entidades, com a particularidade de todas serem dirigidas por comunistas...

Acresce que temos relatos de munícipes que foram entrevistados nesta mesma altura, respondendo a estas mesmas perguntas mas também a mais algumas que se relacionavam directamente com o processo eleitoral então em curso (últimas eleições autárquicas).

A confirmarem-se as legitimas suspeitas que este relato impõe estamos perante a prática dum crime grave por parte dos responsáveis da CMS, pelo que tencionamos promover a competente queixa crime junto dos serviços do Ministério Público.

Para fazer prova necessitamos de todas as testemunhas que responderam a este inquérito, que relembramos:
Consistiu em entrevistas telefónicas realizadas na primeira semana de Setembro de 2009 e cujas perguntas visavam o funcionamento da CMS, os problemas do concelho e eventualmente perguntas referentes ao acto eleitoral.

Peço que repassem este e-mail a todos os vossos contactos.

A quem tenha respondido a este inquérito e esteja disposto a ajudar a Democracia peço que me contacte.»




A empresa em causa é a Consulmark, que se encontra identificada nas imagens acima, e realizou para o município de Almada um "estudo de opinião da população residente" no valor de 33.500€ (quase quatro vezes mais daquilo que foi cobrado à CM do Seixal) e cujo contrato foi celebrado três meses antes das eleições autárquicas, conforme podem verificar pela consulta à Base.Gov:


Se no Seixal as coisas foram assim, é muito provável que, em Almada, tenham sido muito parecidas. Refiro-me, obviamente, à questão da sondagem sobre o processo eleitoral que se aproximava...
E, em Almada, alguém conhece o tal "estudo de opinião" (à excepção da CDU, obviamente)? Alguém pensa requerer esclarecimentos sobre o assunto? Ou este é mais um assunto que vai colher a indiferença da Oposição?

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Polícia Judiciária nos Paços do Concelho de Almada


«Acabámos de ser informados de que a Polícia Judiciária terá ido ontem aos Paços do Concelho para falar com a Presidente da Câmara Municipal. Como Maria Emília estava numa reunião na AGENEAL, os inspectores foram até lá ter com ela. O que terá levado a PJ a agir com esta urgência? Coisa pouca não será, não acham? O que tem a edil a dizer à população de Almada?», in Observatório Autárquico, n.º 16, de 2 de Fevereiro de 2011.
Hoje há reunião da Câmara Municipal. Até quando manterá a CDU o silêncio sobre este assunto? Confirmam ou desmentem? Alegarão que são, mais uma vez, procedimentos "normais"?
E os partidos da Oposição, o que têm a dizer?

A minha alegre casinha




O caso que a seguir vos vou apresentar é verídico. Por isso, qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência. Contudo, o nome da personagem principal (João Paulo) é fictício.

Trata-se de uma exposição factual. Pretende-se que formule um juízo de valor, mas não faça um julgamento sumário do envolvido, pois isso competirá às entidades judiciais a quem as provas documentais já foram apresentadas.

Analise a informação disponível e tente responder às perguntas a seguir formuladas:

Acha certo que João Paulo, servindo-se, ao que tudo indica, da influência do cargo que ocupa, e das relações familiares e políticas que tem, obtenha para benefício próprio vantagens às quais de outro modo nunca acederia?

Concorda com o esquema que João Paulo arranjou para fugir ao pagamento de impostos?

Considera o comportamento de João Paulo eticamente correcto?

Como classifica a atitude dos Serviços Municipais que permitem que situações destas aconteçam?

Tendo conhecimento de casos desta natureza, qual é a sua opinião: devem-se denunciar? Ou são de continuar a calar?

Os factos:

João Paulo é dirigente numa autarquia local e da confiança política do partido que lidera o respectivo executivo, além de ter ligações familiares a esse nível.

Em 2003, João Paulo adquire, por partilha subsequente a divórcio, um lote de terreno com 894,19m2 inserido num condomínio de luxo – com várias áreas de lazer, campos de golfe, zona comercial própria, piscinas, lagos, pinhal e outras áreas verdes, a poucos minutos da praia –, numa freguesia do concelho onde trabalha.

No mesmo ano contrai um empréstimo hipotecário no valor de 200.000€ com o Montepio Geral.

Com o dinheiro constrói uma vivenda com jardim, a qual fica pronta em 2004, passando esta a ser a sua residência permanente.

Contudo, em 2010 a declaração de IRS (referente a 2009), e o registo predial (consulta efectuada nesta data) continuam a referir que naquela localização existe, apenas, um terreno para construção.

Segundo informação da DGCI do Ministério das Finanças, João Paulo dispunha de 60 dias, após a conclusão das obras, para ter entregue a declaração Modelo 1 do IMI. Não o tendo feito, incorre no pagamento de juros compensatórios nos termos do artigo 35.º da Lei Geral Tributária. De referir que a zona em causa é aquela onde o IMI é o mais elevado do concelho.

Solicitadas cópias das licenças de construção e de utilização à Câmara Municipal respectiva, a mesma recusou, por indeferimento tácito, prestar quaisquer esclarecimentos.

As dúvidas:
Foi aquela casa construida de forma clandestina?

Não estando legalizada em termos fiscais, como foi possível, por exemplo, outorgar o contrato de fornecimento de água?

Será que temos aqui alguma “ligação directa” isentando o proprietário do pagamento de água apenas porque é quem é?

Será que houve conivência dos responsáveis políticos ou este é um acto isolado praticado por algum funcionário dos serviços municipais? Porque se nega a Câmara Municipal a esclarecer a situação?

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Alguns dados estatísticos

Dados recolhidos desde Abril de 2009 (dada da instalação do contador)
Um esclarecimento necessário: a identificação é feita pelos IP, ou seja, alguém que faça diversas visitas por dia só conta uma. Assim como se várias pessoas diferentes acederem ao blogue através do mesmo computador, só conta uma visita.
Em relação à "página comunitária" da Plataforma de Cidadania no Facebook, que tem apenas sete dias de existência (depois de a primeira e a segunda contas terem sido encerradas, conforme aqui já noticiámos):



Por mais que se diga que o nosso impacto é reduzido, certo é que uma média de 463 visualizações por dia dos artigos escritos no nosso mural, mesmo que o índice de comentários seja diminuto, é uma frequência animadora e que nos incentiva a continuar. Se a isso juntarmos as consultas ao blogue, afinal não são assim tão poucos os que nos vão visitando.
E se pensarmos que ainda temos o boletim informativo que, além da versão digital também é distribuído em formato papel, podemos dizer que estamos a conseguir chegar a um número significativo de pessoas.
Sem esquecer, ainda, as reuniões com os trabalhadores da CM e dos SMAS de Almada, assim como as já realizadas com comerciantes do centro de Almada, as conversas com os amigos, a informação que fazemos circular pelos nossos contactos, seja por e-mail ou nas redes sociais de cada um dos membros da equipa, etc... isto é, devagar mas de forma consistente lá vamos crescendo e fazendo passar a nossa mensagem.

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