
O planeamento estratégico não pode ser alheio à dimensão imaterial do território (incluindo a criação de sentidos e significados inovadores) sob pena de levar ao insucesso muitos projectos de fomento económico.
É necessário alargar e aprofundar a participação cívica da população nos processos de planeamento urbano e territorial, incentivando as organizações associativas (culturais, económicas e sociais) a participar activamente na administração do território. Para tal é indispensável desburocratizar etapas, tornar os conteúdos mais acessíveis e criar dispositivos que mobilizem os cidadãos para as questões do ordenamento.
Planeamento Estratégico: contributos para reflexão, de Ermelinda Toscano.
Sem comentários:
Enviar um comentário