terça-feira, 14 de junho de 2011
Sobre a "liberdade de expressão"
segunda-feira, 13 de junho de 2011
II Feira do Livro Usado

domingo, 12 de junho de 2011
Quanto nos custa este vazio?
sábado, 11 de junho de 2011
Apenas três perguntas

Pode haver corrupção boa (se praticada por políticos de esquerda) e corrupção má (quando são os políticos de direita a praticá-la)?
Poder-se-á avaliar a criminalidade consoante o infractor é de direita ou de esquerda?
Será que é preferível um vigarista de esquerda no poder a uma pessoa de direita mas séria?
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Cacilhas hoje?
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Dá mesmo que pensar!
Democracia (mais ou menos) verdadeira
“Quase toda a gente sabe que os deputados à Assembleia da República são eleitos (como foram no Domingo passado) em listas distritais segundo o método dos quocientes de D’Hondt. Muita gente sabe também que o método D’Hondt tende a favorecer os partidos maiores em detrimento dos mais pequenos – os seus defensores argumentam que isso favorece a governabilidade. Menos apreciado, porém, é o facto do próprio carácter distrital das listas favorecer também os partidos maiores e prejudicar os mais pequenos – tendo, na verdade, um efeito de maior magnitude do que o próprio método D’Hondt.
Em combinação uma com a outra, estas duas características do nosso sistema eleitoral produzem resultados que se afastam substancialmente da proporcionalidade: com base nos resultados provisórios das eleições de Domingo (não tendo em conta os votos do estrangeiro nem os quatro deputados que por eles serão eleitos), observamos que, em média, cada deputado do PSD foi eleito com 20.436 votos (PS: 21.342) – ao mesmo tempo que os 62.496 votos no PCTP/MRPP ou os 57.641 no PAN não deram origem à eleição de qualquer deputado.
Dei-me ao trabalho de fazer as contas para verificar qual seria o número de deputados eleito por cada partido em três cenários alternativos: i) círculos distritais segundo o método D’Hondt (i.e. o sistema actual); ii) círculo único nacional, método D’Hondt; e iii) círculo único nacional, proporcionalidade estrita. Os resultados são os seguintes:
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Legislativas no concelho de Almada: 2002 a 2011.

terça-feira, 7 de junho de 2011
Não há duas sem três!
E como “não há duas sem três”, lá acabei por receber mais uma carta da CM de Almada (já começa a ser rotina).
Mas, caramba! (perdoem a expressão)… está difícil de os Serviços municipais entenderem que os(as) munícipes têm direito a ser esclarecidos de forma clara e objectiva.
E a “novela do acesso à informação” lá continua com novos capítulos… e tudo tem de ser feito por escrito, para que se possa provar (é que a tendência da CMA em mentir, até ao Tribunal o fez, leva-nos a ter de assumir todas estas cautelas).
Desta feita tivemos de explicar, mais uma vez, pormenorizadamente, qual é a nossa pretensão e elencar, um a um quais são, afinal, os documentos que pretendemos (parece que existe uma certa dificuldade em lerem os nossos requerimentos).
Mas o que mais nos espantou, para lá do fino recorte literário da frase que a seguir transcrevemos, foi a explicação que nela subjaz:
«… a documentação que se encontra disponível para entrega nesta Divisão se encontra em suporte papel, suporte no qual se encontram os originais da mesma”.
Ou seja, na óptica da CMA:
Documentos em papel obrigam a reproduções exclusivamente nesse formato;
Documentos em papel não podem ser digitalizados pois esse não é o seu formato original.
Brilhante conclusão. Não acham?
Todavia, é interessante verificar como pelo menos um dos documentos por nós requerido, até já está digitalizado e disponibilizado na página electrónica da Assembleia Municipal (em anexo a um requerimento do CDS/PP) sendo, portanto, de acesso público generalizado e gratuito.
Afinal em que é que ficamos?
Além da falta de coerência nas justificações apresentadas, a CMA não consegue esconder o sectarismo com que trata os(as) munícipes o que, para uma autarquia que se diz de esquerda, deixa muito a desejar.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Legislativas 2011

domingo, 5 de junho de 2011
Eu já cumpri o meu dever. E você?
Votar é um direito, mas para que continue a sê-lo temos de cumprir um dever: votar. Direito e dever num só, parece confuso, quiçá contraditório, mas não o é! A nossa obrigação de cidadania... se queremos o direito de viver em Democracia.
sábado, 4 de junho de 2011
Câmara Municipal de Almada: mais uma descarada mentira!

A notícia da LUSA em versão completa:
«Almada: Tribunal intima câmara a fornecer informações sobre gestão de dinheiros públicos
Almada, 02 jun (Lusa) – O Tribunal Administrativo e Fiscal de Almada intimou a câmara municipal a fornecer à representante da Plataforma de Cidadania do Concelho de Almada documentos relacionados com a gestão de dinheiros públicos.
Por decisão do tribunal, que consta de um documento a que Lusa teve acesso, a autarquia tem dez dias úteis para facultar a informação requerida, salvo “a informação relativa a matéria reservada eventualmente contida nos documentos” em causa.
A representante da Plataforma de Cidadania do Concelho de Almada, Ermelinda Toscano, disse à Lusa que em causa estão “documentos relacionados com gastos do gabinete da presidência com contratos de prestação de serviços e documentos relacionados com um protocolo feito entre a Academia Almadense e a Companhia de Dança de Almada para a recuperação das instalações do antigo teatro da Academia”.
De acordo com a representante, “no primeiro caso a plataforma quer perceber com quem e para exercer que funções foram gastos, no espaço de cinco anos, cerca de dois milhões de euros em prestação de serviços para o gabinete da presidência”.
No segundo caso, a plataforma quer saber “onde estão os 300 mil euros atribuídos à Academia Almadense em 2005 ao abrigo do referido protocolo e que não estão refletidos nas contas dessa associação, que quando recebeu esse dinheiro não tinha sequer contas aprovadas”.
Contactado pela Lusa, o gabinete de imprensa da Câmara de Almada afirmou que “de momento ainda não foi possível apurar tal intimação”, sublinhando, contudo, que é prática do município “cumprir todas as decisões tomadas pelos órgãos de soberania”.
A agência Lusa questionou ainda a autarquia a respeito das afirmações da representante da plataforma publicadas nesta notícia mas não obteve resposta.
A Plataforma de Cidadania do Concelho de Almada é uma entidade informal composta por munícipes de vários quadrantes políticos que se dizem “empenhados no correto funcionamento dos órgãos autárquicos do concelho”. Ermelinda Toscano foi deputada municipal pelo Bloco de Esquerda mas renunciou ao mandato em agosto de 2010.
A plataforma publica desde 28 de setembro de 2010 o boletim “Observatório Autárquico”.
Lusa/JYF.»
O destaque da posição da CMA:
«Contactado pela Lusa, o gabinete de imprensa da Câmara de Almada afirmou que “de momento ainda não foi possível apurar tal intimação”, sublinhando, contudo, que é prática do município “cumprir todas as decisões tomadas pelos órgãos de soberania”.
A agência Lusa questionou ainda a autarquia a respeito das afirmações da representante da plataforma publicadas nesta notícia mas não obteve resposta.»
O nosso comentário:
Devem estar a brincar connosco! É que podemos dizer que o comportamento da autarquia almadense é, precisamente, o inverso: uma decisão judicial contra a autarquia? Não cumprimos!
Os exemplos de incumprimento são vários e alguns de consequências bastante graves, como por exemplo acontece com a providência cautelar nas Terras da Costa ou o pagamento da indemnização a um trabalhador despedido ilicitamente (mais de metade continua por pagar, decorridos que estão largos meses depois do trânsito em julgado… umas boas dezenas de milhar de euros de salários que ficaram por pagar enquanto ele esteve, indevidamente, desempregado, e que muita falta fazem a este agregado familiar).
E é esta uma autarquia de esquerda, liderada pelo PCP/CDU. Que partido/coligação é esta afinal que permite que os seus autarcas tenham comportamentos abusivos destes em total desrespeito pelos órgãos de soberania, vilipendiando direitos constitucionais e colocando em perigo a democracia?
Imagem: JustiçaTV.
Fonte: Geocid.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Almada Business Center: descubra as diferenças

«O Centro de decisão do Almada Business Center é composto por 2 Edifícios de escritórios, de grande flexibilidade de espaços modulares, preparados para serem comercializados em pequenas, médias e grandes fracções, ou por pisos.
O Centro de Escritórios do Almada Business Center constitui-se como um projecto qualificador, localizado estrategicamente junto do novo Tribunal de Almada e perto do Hospital Garcia da Horta.
Este novo Centro de Escritórios em Almada pretende contribuir para a criação de uma nova centralidade. Beneficia dos melhores acessos rodoviários de Almada, junto à A2 sendo servido por uma paragem do Metro Sul do Tejo e pela Estação Ferroviária do Pragal.» (destaque nosso)
Fonte: texto e imagem inicial retirados DAQUI.
A realidade em 2-6-2011 (cerca de um ano após a inauguração)
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Câmara de Almada condenada em Tribunal a prestar informações!









quarta-feira, 1 de junho de 2011
Votar em quem? Para quê?

29-05-2011
A presente conjuntura política e económica portuguesa é um intrincado labirinto onde não se descortina caminho fácil para chegar ao fundo do túnel.
Vou reflectir um pouco sobre a política económica possível e desejável, deixando ao leitor o cuidado de procurar o “apropriado” poder político.
A curto prazo, é necessário e urgente formular e praticar políticas que reduzam os desequilíbrios existentes nas finanças públicas e nos pagamentos externos. Sem sacrificar objectivos mais exigentes e apenas atingíveis a médio e longo prazos, em matéria de emprego e crescimento económico.
Há portanto, neste panorama, uma inevitável sucessão de dois tempos: no imediato, um tempo de austeridade e sacrifício; a médio e longo prazos, um tempo de recuperação, melhoria de competitividade e, sobretudo, de redução da presente desigualdade e exclusão social.
Em matéria de desemprego, surgiu recentemente, com tendência a aumentar, um desemprego de trabalhadores jovens, de nível de instrução superior ou relativamente elevada.
Tendem a emigrar, se encontram no estrangeiro empregos adequados às suas habilitações que não estão acessíveis em Portugal.
Sendo assim, é indispensável que a “austeridade” seja suportada em primeiro lugar pelos ricos e muito ricos, e não pelos pobres ou muito pobres, que infelizmente são cada vez mais numerosos em Portugal.»
»»»»»»»
Mais do mesmo? Não! Arriscar numa alternativa vacilante? Não! Apostar em radicalismos inconscientes? Não!
Afinal, votar em quem? E para quê? Duas perguntas que muitos colocarão a si próprios. Eu também já as fiz… E depois de muito reflectir sei o que vou fazer: VOTAR.