
(Jornal das Moças, 1959)
Era assim há 46 anos atrás… mas, infelizmente, hoje, muitos homens ainda pensam desta forma. Apesar de utilizarem uma linguagem mais liberal, quando chegam a casa agem como se a companheira fosse uma simples criada para todo o serviço. Mesmo quando ela regressa tão cansada quanto ele, raros são aqueles que se disponibilizam para colaborar nas tarefas domésticas e tratar dos filhos… e que dizer, então, das cenas de violência doméstica (seja de maus tratos a crianças, cônjuges ou, até, a idosos) que todos os dias saem na imprensa? Será que a família portuguesa está a caminhar em frente, ou a fazer marcha-atrás?
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