terça-feira, 23 de setembro de 2008

Cafés de Cacilhas

Fiquei fã do café A Loja d'Avó, definitivamente. Domingo passado, por exemplo, descobri outro pão que é uma delícia: o integral... macio, acabadinho de sair do forno, mastiga-se com um prazer indescritível.

Cacilhas tem, de facto, uma série de pastelarias que são, na minha opinião, das melhores do nosso concelho.

Entre elas estão, além da Loja D'Avó: o ArteTejo (também na Rua António Nobre, na esquina com a Rua Liberato Teles) e o Sambinha (na Av.ª 25 de Abril, na outra esquina da Rua Liberato Teles), sendo este último aquele que mais pastelaria diversificada tem (de fabrico próprio). Mas eu gosto de passar por lá, não só porque fica em frente da minha casa, mas porque tem umas torradas de pão caseiro que são das melhores que já comi (e, além disso, o pessoal é muito simpático... o que também conta, obviamente).

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Já trabalhavam antes de assinar os papéis...

O vereador António Matos, da Câmara Municipal de Almada, respondendo às perguntas que lhe fiz no Debate sobre «Turismo, Comércio e Cultura»...


Recolhi, de facto, alguma informação, mas muito ficou por esclarecer.

A questão sobre as associações locais, então, foi como se nem sequer a tivesse formulado.

Porquê?

Se estiver interessado, ou a curiosidade for suficiente para o fazer querer saber mais, veja as perguntas que formulei e mais dois videos em FAZER MELHOR POR CACILHAS e, depois, diga-me se ficou esclarecido.

domingo, 21 de setembro de 2008

Segurança em Almada...



Aconteceu esta madrugada. Uma tentativa de assalto? Ou um acto de vandalismo? Foi na Av.ª Afonso Henriques, uma das principais artérias da cidade. Longe de ser uma rua esconsa e ou mal iluminada, muito pelo contrário.
Faz-nos pensar na crescente onda de criminalidade que tem vindo a crescer por estas bandas, embora Almada continue a ser, segundo consta, a cidade mais segura da margem sul e da Área Metropolitana de Lisboa. Será?

sábado, 20 de setembro de 2008

Debate? Que debate?

Foi um fiasco. Sinto-me tão desiludida. Tão desanimada, que nem tenho palavras para descrever o que sinto.

Muito embora fosse expectável a pouca afluência de público, infelizmente, não esperávamos que fosse assim tão notório o desinteresse dos cidadãos. Afinal, que legitimidade têm, depois, para exigir seja o que for?

Mais do que desiludida, sinto-me, mesmo até, bastante envergonhada. Envergonhada? perguntarão. Sim, envergonhada, repito eu... trazer convidados para virem discursar perante uma plateia de nove pessoas é ridículo. Assim, até dá vontade de desistir... É abusar da boa vontade dos oradores que se disponibilizaram para, supostamente, vir ouvir as pessoas e tentar esclarecer as suas dúvidas.

No total, contando com os membros da Mesa (da esquerda para a direita: Vereador António Matos, da Câmara Municipal de Almada; Miguel Salvado, Presidente da Assembleia de Freguesia de Cacilhas e José Henriques, da Secção de Almada da Associação de Comércio e Serviços do Distrito de Setúbal), estavam apenas doze pessoas na sala.
Que tristeza...

Nem sequer os membros da Assembleia de Freguesia estavam todos presentes. Excepção feita ao BE e ao PS, que não tinham faltas, da CDU e do PSD estavam somente dois elementos (um de cada uma destas forças políticas, sendo a maior percentagem de baixas as da CDU com cinco ausências).

Quanto ao executivo da Junta de Freguesia apareceu uma vogal, cuja atitude não posso deixar aqui de ressalvar: apesar dos graves problemas familiares que estava a enfrentar (ao nível da saúde de uma filha, internada no hospital), mesmo assim não quis faltar. Parece comezinha esta minha observação, mas olhem que não. Acho que é uma atitude de louvar face às circunstâncias em que decorreu o debate, numa sala quase vazia.

No público estiveram, imagine-se... dois, dois, cacilhenses, sendo que um deles representava a única associação local que fez questão de marcar presença: O FAROL – Associação de Cidadania de Cacilhas, embora todas tenham (e são muitas) sido convidadas.

Francamente, quando os principais interessados (a população de Cacilhas e os comerciantes locais) não aparecem, é caso para perguntar: será que vale a pena esforçarmo-nos por fazer alguma coisa?

No entanto, nas conversas de café, nas paragens dos autocarros, nos centros de saúde, nas escolas, pelos passeios, no recesso do lar, é vê-los (a estes cidadãos indiferentes) revoltados, a criticar a autarquia ou o Governo, a comentar a falta de oposição, a encher o ar de conversas ressabiadas, a fazer exigências no vazio, gritando para o parceiro do lado mas sem coragem de enfrentar os problemas de frente, com frontalidade. Enfim...

É uma tristeza, volto a dizer.

Mas não, não pensem que vou cruzar os braços.

Não é essa a minha postura. Embora, por vezes, tenhamos que reconhecer que é preciso parar... para reflectir, fazer um balanço da situação e definir novas estratégias de abordagem do problema.

E, aqui, o problema é a inexistência de hábitos de participação cívica da população. Mas não só. Eu sei. No caso em apreço, há também que analisar os métodos utilizados na divulgação da sessão que não terão sido os mais eficazes e a forma pouco empenhada na mobilização dos possíveis interessados... se a mensagem não passou, a culpa não é apenas do receptor... o emissor também não a soube transmitir. Aliás, ela terá estado mesmo ausente, pois nem sequer havia um pequeno texto a explicar quais os objectivos do debate e da importância da participação da população. Apenas um convite a marcar o dia, a hora e o local. Pouco, muito pouco, mesmo. Milagres é coisa que não existe.

Espero que esta ocorrência nos sirva de lição. E como sou daquelas que acho que é com os erros que fazemos (e corrigimos!) que conseguimos ir frente, espero que consigamos ultrapassar as dificuldades que levaram ao insucesso desta iniciativa... e que o próximo debate seja muito melhor.

Desistir não é solução.


Antes de terminar, contudo, resta-me dizer que, como "conversa de família", acabou até por ser uma noite interessante, embora algumas das perguntas que coloquei tenham ficado, convenientemente, sem resposta. Mas todos os presentes tiveram oportunidade de participar e manifestar a sua opinião, gerando-se diálogos só possíveis por a plateia ser tão escassa. Mas não era esse, de todo, o objectivo do debate.


Um resto de bom fim-de-semana a todos.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Turismo, Comércio e Cultura


Este é o tema do 1.º encontro do ciclo de debates "Cacilhas - O Presente e o Futuro", uma iniciativa da Assembleia de Freguesia de Cacilhas com o apoio de todas as forças políticas nela representadas (CDU, PS, PSD e BE).

Este primeiro debate é subordinado ao tema em epígrafe: TURISMO, COMÉRCIO E CULTURA. Acontece hoje, dia 19 de Setembro, pelas 21h, no Auditório da Escola Secundária Cacilhas - Tejo.
O anfitrião será o Presidente da Junta de Freguesia Carlos Leal, e na Mesa teremos, como oradores, o Vereador da CMA António Matos e um representante da delegação de Almada da Associação de Comerciantes do Distrito de Setúbal. O moderador será o Presidente da Assembleia de Freguesia Miguel Salvado.

Na assistência estarão presentes os membros da Assembleia de Freguesia de Cacilhas (entro os quais me encontro, em representação do Bloco de Esquerda, autor da proposta para realização desta iniciativa) a quem caberá colocar à Mesa as questões que cada um dos partidos políticos julgue pertinentes.

No final haverá, também, um espaço de participação do público.

ESPERAMOS POR SI.
SEJA UM CIDADÃO ACTIVO.
PARTICIPE.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Travessia no Tempo



Ontem fui ao Fórum Municipal Romeu Correia, na Praça da Liberdade, em Almada. E para minha surpresa estava no átrio esta exposição. É simples, despretenciosa, mas contém alguns objectos e imagens muito interessantes. Por isso, aconselho-vos a passarem por lá que vale a pena.


E termino com uma pequena oferta... um postal que é distribuido gratuitamente na exposição e que aqui vos deixo.


quarta-feira, 17 de setembro de 2008

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Vandalismo na Av.ª 25 de Abril



Ainda nem sequer foram estreados e já estão neste estado. Assim, de facto, não há renovação urbana que resista...

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Almada no seu melhor!


Já não bastam os transtornos das obras do MST, mais as recentes alterações ao sentido do trânsito nas principais artérias da cidade (cujo projecto de mobilidade parece uma brincadeira de crianças pequenas desenhada num qualquer gabinete de outra galáxia) e ainda temos os contentores do lixo a tapar a pouca sinalética existente. Que maravilha, hem?!

domingo, 14 de setembro de 2008

Amigo Observador...

Hoje voltei à Lojinha D'Avó. Foi lá que tomei o pequeno-almoço, enquanto lia a revista Pública. E pensei... Cacilhas, ainda tem uns recantos bem agradáveis (além daqules virados ao Tejo) onde passar uns momentos descontraídos, ler o jornal com calma, beber um café... e, a propósito, lembrei-me do meu amigo Observador e do nossso prometido (mas nunca mais cumprido) encontro para uma pausa de fim de tarde, com uma bebida para acalmar a sede e trocar dois dedos de conversa.

Se, entretanto, apareceres por aqui Amigo (tem mesmo de ser com A maiúsculo, e bem grande), vamos lá ver se é desta que combinamos a coisa.

Quanto ao restante pessoal, se for destas bandas, pode sempre aparecer, em qualquer altura, por este agradável espaço cá da terra. Como já disse anteriormente, o café é bom, o pessoal atencioso e têm um pão que é uma maravilha (e vendo-no para fora!).

Um resto de bom fim-de-semana.

sábado, 13 de setembro de 2008

Rio Arade (Silves)

Apesar de bastante assoreado, o Rio Arade ainda mantém o fascínio de outrora, embora longe vão os tempos em que era a principal via de comunicação entre Portimão e aquela que chegou a ser a capital do "reino do Algarve" - Silves.

A sua barragem tem uma paisagem agreste, mas de uma beleza sóbria que vale a pena visitar.

Se forem por aquelas bandas e quiserem almoçar bem, a preços económicos (pois a crise aperta), recomendo-lhes o "Monchiqueiro", no Mercado Municipal, virado para a marginal. A grelhada da casa é um espanto e as sobremesas são óptimas, sem esquecer a salada temperada com orégãos.

Deixo-vos, ainda, um passeio pelo Rio Arade de Portimão a Silves.

Espero que gostem.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Exame de Química


«- Qual a diferença entre solução e dissolução?


Resposta do aluno:
- Se colocarmos um membro do governo em ácido sulfúrico e esperarmos que se dissolva, temos uma dissolução;
- Se fizermos o mesmo com o governo inteiro, obtemos a solução.»

Recebi, hoje, esta piada por e-mail... E, na sequência do post de ontem, pensei logo na sua aplicabilidade ao caso de Almada. Esperemos pelas próximas eleições autárquicas para obtermos os resultados desejados. Não será trabalho fácil mas, tal como a minha amiga Almerinda dizia: há que "continuar a pensar, a criticar, a participar, a insistir e a resistir", porque só uma oposição consistente pode levar à vitória.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Longe e perto

Hoje deixo-vos um pequeno texto que dá que pensar... nas suas entrelinhas há muita coisa que nos leva a reflectir. Espero que o desafio da minha amiga seja aceite. E, sobretudo, há que seguir o seu conselho... uma cidadania activa não se compadece com atitudes de acomodação. Há que ter coragem de enfrentar os problemas se queremos mudar...
«Sabe que há campanhas eleitorais alimentadas pelo narcotráfico?

Sabe que as multinacionais contaminam com mercúrio e cianeto os rios da América Central que abastecem populações civis?

Sabe que a Zara assassina sindicalistas na Ásia?

O dinheiro, os grandes interesses, filtram a verdade.

E por Almada? Nada se passará?


É preciso continuar a pensar, a criticar, a participar, a insistir, a resistir

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Alcácer do Sal

Quando íamos a caminho do Algarve, na semana passada, resolvemos fazer um desvio e ir almoçar a Alcácer do Sal.

Logo ali na marginal, descobrimos um restaurante que, além da bela vista e da simpatia dos funcionários, tem uma óptima cozinheira e, para surpresa nossa, tudo a um preço muito acessível. Quatro pessoas, com entradas, bebidas, pão, 2 doses de febras grelhadas e 2 meias doses de carne de porco com migas (que estava, de facto, uma maravilha), sobremesas e cafés, custou apenas 34€.

Se tiverem oportunidade de passar por esta linda terra e apreciam boa comida, almocem na Taberna Snack-bar “O Alpendre”.

Related Posts with Thumbnails