Após várias reclamações, tanto insisti, veementemente, que os SMAS lá me vieram colocar, ainda no sábado (logo pelas 9h 15m), um contador novo em substituição daquele que o suposto ladrão furtara. Tivesse eu ficado à espera de 2.ª feira para resolver o problema conforme me tinham dito que era a solução!! Nem quero imaginar o que teria sido um fim-de-semana sem pinga de água em casa.
E para minha surpresa, o funcionário do piquete que me atendeu à terceira insistência acabou por me informar que, afinal, sempre haviam sido os SMAS a retirar o contador porque, pasme-se!, tinham lá uma ordem de cancelamento do contrato (???). Assinada por quem? perguntei eu... não me souberam (ou não quiseram) responder!
Sendo eu a legítima proprietária da fracção, e não tendo eu solicitado tal coisa (apenas requeri a alteração da titularidade do contrato, o que não obriga à substituição do contador), atendendo a que o anterior proprietário faleceu antes de dar baixa do dito, será que veio do Além assinar o formulário? Parece anedota mas olhem que não foi.
Terá sido um lapso dos Serviços, segundo me disseram... estranho erro este, que ninguém me conseguiu explicar.
Nem sequer me souberam esclarecer se é hábito dos SMAS agir na clandestinidade, ou seja, executar um serviço e não deixar qualquer aviso a dizer quem e quando o fez. Pensam que, assim, se livram de responsabilidades ao cometerem enganos? Não!! Comigo não!! Logo no mesmo dia seguiu uma queixa para o Presidente do Conselho de Administração dos SMAS, com conhecimento à Presidente da CMA, a exigir explicações sobre o sucedido e que, em simultâneo, sejam apurados os responsáveis por este acto que aqui me abstenho de classificar (para não dizerem que os estou a ofender). Aproveitei e informei de que, caso não obtenha, brevemente, resposta ao meu e-mail, comunicarei o caso à DECO.
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